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3 dicas para o pós-parto!

Se nunca tiveram filhos, não estão grávidas ou são homens, este artigo não é para vocês! 😜  Contém informação séria para ajudar a minimizar as dores de um pós-parto vaginal. Não é bonito de ler mas as dicas são valiosas! 😊

– O bebé nasceu! Foi maravilhoso! Mas os pontos doiem que se fartam! Rais parta os pontos que nem me consigo sentar! 

Eis a primeira dica! Usar a almofada de amamentação não para amamentar mas para se sentarem. Sempre que forem sentar usem esta almofada e vão ver que ficam muito mais confortáveis!

– É preciso manter a zona dos pontos limpa! Pena o fluxo sanguíneo que não pára!

Sai a 2ª dica! 


Nos hospitais não há as mesmas comodidades para nos mantermos frescas como em casa. No hospital onde estive havia casas-de-banho só com sanita e outras com duche! Ir ao duche sempre que precisamos de fazer xixi pode não ser muito prático, principalmente se não for hora da visita e o nosso bebé estiver sozinho. Um dica é levarem sempre com vocês uma garrafa de água das pequenas com água morna e usarem para se limparem após o xixi. 

– (Ainda os pontos!!!) E estes pensos que são tão desconfortáveis e me incomodam tanto com os pontos parece que repuxam!!!

Deixo-vos duas opções nesta dica! Em vez de usarem pensos higiénicos com aquela rede que faz maravilhas quando estamos menstruadas mas com os pontos se torna horrível, usem pensos para a incontinência! 

São confortáveis e fofinhos! Não sei como são os das outras marcas mas no hospital forneciam os da Tena Lady e são muito confortáveis. Custa cerca de 5€ a embalagem. 

Uma opção muito boa mas muito mais cara são os pensos próprio para o pós-parto da Unyque, também fofinhos e 100% algodão. Único senão custam cercas de 15€ mas valem a pena! 

Agora contem-me vocês as dicas que fizeram diferença no vosso pós-parto! Pode ser um tema delicado (nojento?) mas só quem passa por isto sabe o que estas dicas valem 😉 

O parto da bebé mais linda que o hospital de Abrantes já viu!

Fui convidada pela minha querida Bárbara para contar como foi o parto da minha Maria Leonor.
Pois bem, o meu parto…

Vamos voltar ao dia 30 de Agosto de 2014 pelas 21h, que foi quando tudo começou.
Passei o dia 30 de Agosto a subir a descer as escadas do meu prédio porque me tinham dito que ajudava a acelerar o processo, sim, porque eu desde os meus 7 meses de gravidez que estava deserta para que a gravidez terminasse porque toda eu era uma bola com pernas sem joelhos e sem tornozelos.
Por volta das 20h do dia 30 disse ao marido: “Já que a miúda não quer nascer que me dizes de irmos à festa da terra dos meus avós ver os Némanos?” (ehehe)
Claro que ele me ignorou completamente e disse que eu era maluca.

Às 21h em ponto estava na minha cozinha e sinto um liquido quente a descer pelas pernas, sem que eu tivesse qualquer controlo sobre ele!
Vou a passo apressado para a casa de banho e dou de caras com o meu marido sentado na sanita a jogar candy crush!
Sem dizer uma palavra, fico parada a olhar para ele e a apontar para os calções ensopados.

Fomos a voar para o hospital de Abrantes, no caminha avisei os meus pais e só pensava “mas onde raio estão as contrações??”
Chegamos ao hospital e fui sujeita a toda a preparação standard para ter uma criança (devo confessar que meter o cateter do soro foi uma coisa bastante dolorosa).
Até aqui tudo bem, fiquei eu e o Tiago no quarto à espera das bem ditas contrações…
Era meia noite e nada de nada, e dilatação no 2… estava bonita a cena… já só pensava que ia para cesariana porque já me tinham arrebentado as águas há algumas hora.

Por volta das 3h da manhã começam a vir as ditas cujas! Ui! Jesus senhor!
Para mim foi um misto de pontapé nos rins, com murro no estômago e com cólicas ao mais alto nível! (mesmo assim acho que estou  a ser simpática)
O Tiago olhava com muita atenção para o aparelho de registo do CTG, a antecipar cada contração, mas isso não me ajudava muito. Contração vai e vem e dilatação nem vê-la…

Resolvi chamar a anestesista (que devia estar a dormir tranquilamente) para me dar a epidural, para mim não fazia sentido estar a sofrer daquela maneira quando havia algo que me poderia aliviar o sofrimento e tornar o momento do parto mais tranquilo.

Após 3 picadelas na coluna (a senhora anestesista tinha mau feitio quando acordava), lá consegui relaxar, e minhas amigas, a epidural, apesar de parecer que estamos paraliticas, foi a melhor invenção de sempre!!!

Lá consegui adormecer levemente, e foi o bastante para passar de 2 de dilatação para um 8!

Às 8.45 do dia 31 aparece a minha médica, que diz que ainda tinha de esperar um bocadinho.
O Tiago aproveitou para ir beber um cafézinho e deu lugar à minha mãe.

Neste entretanto sou vista por outro médico que vai ver como estava a dilatação e do nada começa a gritar : “ Oh Helena (a minha médica) despacha-te!!! Já estou a sentir aqui a cabeça!!!”
Bom… acho que não preciso de dizer que fiquei em estado de choque com aquelas palavras.

Entre “faz força”, “só mais um bocadinho” , e um médico louco a empurrar a minha barriga, às 9h e 17 minutos do dia 31 de Agosto de 2014 nasceu de parto normal, com 50cm e 3kg750 a bebé mais linda que o hospital de Abrantes viu nos últimos tempos 😀
A sensação de a ter no meu peito assim que nasceu e de a ver a tentar chegar ao meu peito para mamar, é uma coisa que não há explicação! <3

Estivemos 2 dias no hospital e regressamos a casa!

Inês Lourenço Tomé

 

Obrigada menina dos três nomes próprios por partilhares a tua experiência e um grande beijinho à princesa pequenina <3

O parto ou como ser super-mulher por umas horas!

Fui à revisão. 6 semanas depois e lá estava eu para ver como estavam as minhas entranhas pós-parto e falar de planeamento familiar. Fui à revisão. E no dia anterior passei em revista o parto, este meu último parto. E fiquei um bocado afectada. A memória ainda está fresca, ainda cá andam muitas sensações daquelas horas.

O meu bébé parecia que ia ser grande. As máquinas e os técnicos diziam que sim, que as medidas da cabeça, do fémur, da barriga do cachopo faziam prever um bebé de 4kg. E como eu já tinha tido uma cesariana prévia, tinha assim indicação para outra. Mas hoje em dia quando se fala, ouve ou pensa na palavra cesariana dentro da maternidade, parece que estamos a pecar, a cometer um crime ou o caraças mais velho, tal é a pressão para reduzir o número de cesarianas. A gente ouve isso nas notícias, mas não me venham com coisas, também se sente pelos corredores e gabinetes da maternidade.

Esta jovem esteve a um passo de ser entrevadinha, pois que tem espinha bífida oculta que só descobriu quando, uns anos depois de ser delegada de informação médica, papar muitos quilómetros de carro e ter dores horríveis de costas, fez um RX e descobriu a bendita condição espinal. Ora, esta coisa coloca a epidural numa miragem, numa possibilidade que na realidade não existe, porque, apesar de ser compatível, das duas vezes nenhum anestesista se quis atravessar à frente dela para me dar a epidural. E deixam a decisão na mãe, ali, tapada com uma bata fina, a tripar com dores, vulnerável e com muito pouco neurónio a funcionar em condições. No parto das meninas fui ao engano, crente que haveria um anestesista capaz. Mas não. Um parto à antiga, sem epidural, cheio de dores, mas como a cachopa era pequena (a outra depois nasceu por cesariana…uma aventura, o nascimento das gémeas) nem me custou muito a fase da expulsão. Desta vez, voltei a ir convencida desse tal anestesista, qual ânsia pelo D. Sebastião, e o dito clínico voltou a colocar a decisão em mim. Ora porra, EU TENHO DUAS FILHAS PARA CRIAR, pá, e parece que vem aí mais um, não posso arriscar complicações!!! E como diz um amigo, parti para a loucura.

Oito horinhas em trabalho de parto sem epidural! Oito horinhas com uns anestésicos que apenas me punham a dormir entre contracções, que as senti todas, todinhas. Bem como todos os toques. É uma violência! É preciso muita capacidade de abstracção para uma mulher não se sentir violentada…devia haver outra maneira para saber em que estado está a dilatação…é tão violento, tantas vezes…e sem epidural…chorei e berrei muito…uma mulher demora muito tempo a esquecer-se desta parte dos toques; como neste artigo, só pensava “meu rico pipi”.

O meu mau feitio veio ao de cima, disse que eu é que sabia o que estava a passar, disse para irem treinar toques para outro lado, e não estava a falar de futebol, implorei carradas de vezes por uma cesariana, gritei muito e só não cuspi em toda a gente porque estava deitada e não tinha poder de alcance. Fui muito má, mas não me conseguia controlar, caneco.

A fase da expulsão foi horrível, dolorosa, caótica, quase que não dava tempo para preparar a cama e a artilharia para o parto. Passo esta parte à frente, porque é mais do mesmo: berros, gritos, dores, por aí.

O Joaquim saíu, chorou imediatamente e senti-me finalmente livre daquele pesadelo. Confesso que foi isso que pensei: “acabou”. Não senti nada de felicidade por ser mãe outra vez…só por aquilo ter acabado.

Puseram-me o meu filho em cima, na barriga…desajeitado. Ele era tão grande (4050 gr) que, naquele momento, escorregou. Deitei-lhe a mão e a primeira coisa que lhe disse, foi “ó filho, porra!”. Muito romântico!

O pai cerejo foi atrás dele, disse que era muito bonito e parecido com a Laura. E eu perguntei “podemos ir embora?”.

Ainda sofri mais um bocado, por causa dos pontos que me doeram cumó caraças…sem epidural (esta gaja, a epidural, há-de ser sempre a minha miragem).

Por isto, custou-me muito ir à revisão. Voltei a reviver algumas das dores…mas vá lá, está tudo bem. Falou-se de planeamento. A loja fechou e tenho que escolher a melhor forma para garantir o fecho. E o sôtor perguntou se tinha dúvidas, eu disse que não e ele disse “é uma mulher sem dúvidas”. “Por acaso não é verdade, costumo ter muitas dúvidas, não sou como o Cavaco”. E do lado de lá dois silêncios de dois médicos internos, talvez por serem muito novinhos, um sorriso ligeiro da médica, talvez por ser próxima da minha geração, e um silêncio cortante do doutor, talvez por estar a entrar em assuntos que não são para ali chamados. Ainda bem que foi no fim da consulta. Eu e a minha mania de ser engraçadinha…

Carla Miguel

 

cerejeinhas3Aqui está uma foto recente das cerejinhas da Carla! As gémeas e o mano caçula <3

 

Este texto foi partilhado originalmente no Blogue da Carla.
Um blogue que adoramos e recomendamos e onde aprendemos imenso por isso ficamos muito felizes da Carla partilhar a história dela também no nosso blogue 🙂 Obrigada e beijinhos ao cerejal!

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3x Parto = amor ao cubo

A Bárbara lançou o desafio.. e eu aceitei 😉

Tenho 3 filhos, três rapazes liiindos que amo mais que tudo! E com eles, tenho 3 histórias de partos diferentes, cada uma importante, especial e única.

1ª gravidez.. Afonso (5 anos hoje)

 

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Gravidez tranquila, vivida em êxtase, primeiro filho!

No dia 24 de Fevereiro, a 2 dias da minha DPP*, rebentam-me as águas às 5 da manhã.
O pânico!!! As águas de que cor eram? Seriam normais? Com cor? “Olha vamos mas é para o hospital!!”
As pernas a tremer, mando mensagem a toda a gente a anunciar que vou para o hospital! Aterrorizada mas tão feliz.
Contrações mais ou menos dolorosas, peço epidural e dão-me.
Vou para o quarto porque já estava na parte activa do parto e estava na maior.. lembro-me que durante contrações estava a jogar farmville e no chat no facebook.. eeheh
Até que.. a epidural deixa de fazer grande efeito e o Afonso está preso no canal.. E eles têm que o posicionar manualmente..
&%$%$#&$%/()/& e mais umas palavras menos simpáticas..
Não foi nada bonito digo-vos.. Mas pelas 13:58 (olhem lá a precisão), nasce o Afonso, com 3.812kg e 49cm!
Papás babadíssimos!! O Afonso nasceu maior do que o previsto então teve que ficar embrulhado numa manta e o pai foi ao carro buscar a mala porque a roupa que tínhamos preparada era pequena demais!! 🙂
O pós-parto foi muito bom.. Mal eles nascem uma pessoa esquece tudo.. 😉
2ª gravidez – Henrique (3 anos hoje)

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Quando engravidei do Henrique já morava cá na Holanda. Era tudo diferente do sistema de saúde português.
Ecos eram só 2 durante a gravidez. As consultas eram com uma Midwife* e não envolviam sequer um ginecologista.. Era tudo demasiado estranho mas que remédio.. Temos que confiar.. Não falando da parte que os partos aqui são mais humanizados.. E encorajados a ser em casa.. A ideia metia-me demasiada impressão!! Em casa? E se acontece alguma coisa? Não não! Quero hospital!!
3 dias depois da minha DPP, pelas 6 da manhã acordo com contrações.. Um pouco dolorosas mas como não me tinham rebentado as águas eu estava mais ou menos tranquila.. (Ingénua..) 😛
Ligo para a Midwife que vem logo cá a casa para me fazer avaliação.
Entretanto o meu marido leva o Afonso para casa da minha irmã que mora aqui perto pois o plano era seguir para o hospital.
Chega a Midwife, deito-me na cama, ela verifica a minha dilatação e diz algo como: “não podes ir para o hospital, já estás com 8cm, não chegas a tempo!”
Bem.. Nem vos conto.. Eu não sabia o que fazer.. Se entrar em pânico.. Rir ou chorar.. Tive ali 5 min de confusão na minha cabeça mas pronto.. Aceitei!
Ela pôs o equipamento todo na minha cama, preparou-se e eu deixei que o meu corpo tomasse as rédeas e trouxesse o meu menino ao mundo..
As dores eram terríveis.. Eu andava pelo quarto.. O meu marido sempre comigo a dar-me força e todo o apoio possível e imaginário..
Pus-me em todas as posições possíveis de modo a atenuar a dor.
Até que elas decidem rebentar as águas para as contrações serem mais eficazes. E assim foi.. Passado pouco tempo eu já o sentia a descer e neste ponto as contrações apesar de dolorosas são muito mais suportáveis.. Porque sabemos que estão efectivamente a levar a algum lado..
Às 8:50 nasce o Henrique.. Um rapagão com 4.300kg e 52cm num parto natural, sem epidural, sem cortes, sem soros, sem toques, sem pressas e ao meu ritmo..
Tive a honra de ser eu a cortar o cordão umbilical..
Apesar do meu medo foi uma bofetada de luva branca.. Correu muito bem e o pós parto foi ainda melhor.. 2 horas depois já eu tomava banho no MEU chuveiro e me sentava no MEU sofá e já tinha o Afonso em casa para conhecer o mano.. Lembro-me que até fui eu que fiz o jantar nessa noite!!
Maravilhoso <3
3ª gravidez – Alex (6 meses quase sete 🙂 hoje)

image3O Alex também nasceu na Holanda.

A gravidez também correu bem (eu adoro estar grávida!!!).
Mais uma vez, o meu filho não tinha pressa de sair e então 3 dias depois da minha DPP acordo às 4:30 da manhã com contrações muito fortes e seguidas..
Ligo logo à Midwife e ela vem prontamente.
Afonso e Henrique vão para a minha irmã e eu fico à espera..
Desta vez e apesar do parto do Henrique ter corrido muito bem, eu queria epidural.. Queria estar relaxada, não queria dores.. Então depois de ver a minha dilatação (3cm) seguimos para o hospital (5:30).
Na chegada a médica não foi muito receptiva ao meu pedido e enrolou-me.. Disse que as contrações ainda não estavam muito seguidas e que a epidural trazia muitos riscos e mais blablabla.. Eu aceitei esperar mas queria epidural na mesma. Não era o meu primeiro filho, sou adulta e sei o que quero.
O meu marido incansável sempre ao meu lado, a ver-me contrair de dores de pé ao lado da cama..
A médica não aparecia, as assistentes diziam que o anestesista não tinha chegado e mais blablabla..
Contrações mais fortes e eu a conter-me de pé ao lado da cama.. Até que não aguento mais e relaxo o corpo numa contração.. E as águas rebentam.. E eu sinto a cabeça do Alex a descer (7:45)..
O meu marido manda-me subir para a cama (só estávamos os dois no quarto) porque queria ir chamar alguém para nos assistir e eu não o queria deixar ir nem tão pouco me queria mexer!! (Tinha medo de fechar as pernas e puxar o miúdo para cima! Ahahah).
Carreguei na campainha até que aparece uma enfermeira que entra com a médica.. Puxam-me para a cama, puxo umas 3 vezes e nasce o Alex (7:55).. 4.320kg, 52cm.
Parto natural, sem epidural, quase não-assistido, sem cortes mas com 2 pontos. Também fui eu que cortei o cordão umbilical!
Foi muito emocionante quando ele nasceu porque de certo modo senti-me traída. Não foi de todo o que eu desejava. Para ser assim mais valia eu ter ficado em casa.
A médica pediu-me desculpa porque de facto me negligenciou e eu depois apresentei queixa no hospital pela forma como me trataram.
Mas no fim correu tudo bem, ele já estava nos meus braços e lá está.. Uma pessoa esquece, apaixona-se uma vez mais perdidamente e segue em frente..
❤
Té Simães Monteiro
*DDP: Data Prevista para o Parto
*MidWife: Parteira
Conheci a Té através do instagram e fascinou-me a forma como carrega os seus filhos, fiquei muito contente por ela ter aceite partilhar este bocadinho da sua história! Beijinhos aos 5 aé de casa!

Gravidez Santa mas Parto Infernal!

Olá, cá estou para participar no desafio e contar muito resumidamente a história do meu parto (bem, meu não, da Sara)

Apesar de ter tido uma gravidez santa, sem quaisquer sintomas, o parto foi complicado.
Não foram muitas horas, mas foram muitas dores e algumas complicações.
Às 41 semanas, o parto teve de ser induzido. Entrei no hospital às 12h de dia 9 de Dezembro de 2012. Fizeram a indução e só às 20h00 comecei a sentir contrações.
Apesar das contrações cada vez mais fortes e próximas, não tinha dilatação. Então fui para uma sala isolada, com monitorização do bebé e onde me deram epidural. Mas não fez efeito. E as contrações eram de tal maneira fortes que eu pensava que não ia aguentar.
O meu marido foi ver-me durante dois minutos (eu não quis que ele estivesse ali por causa do estado em que estava) e disse que eu revirava os olhos e quase que subia as paredes, mesmo estando deitada. Ainda hoje me lembro das dores e nunca na vida tive tamanha dor e espero nunca voltar a ter.
Então disse às enfermeiras que a epidural não tinha feito nada e elas deram-me outra. Quando passado um tempo disse que mais uma vez a epidural não teve efeito, elas não acreditaram e não ligaram. E só diziam: “agora já está melhor, não está?” E eu: “Não!” E elas:”Como não? Vá calma”. Só me apetecia dizer asneiras.
Isto passou-se das 21h às 00h30, hora em que entram e dizem que tenho de fazer uma cesariana de emergência.
Vou para a sala de cesariana e dão-me aquela anestesia na base das costas em que deixamos de sentir da bacia para baixo.
Foi um alivio tãooo grande que quase beijei o anestesista!
Mas assim que aliviou, eu senti o bebé a descer de repente.
A médica olhou e disse: “Afinal é parto normal! Nunca fizemos um parto normal numa sala de cesariana! Vão buscar o material de parto normal!”
E depois fiz força duas vezes e nasceu a minha filha com ajuda de ventosa à 1h14 de dia 10 de Dezembro 2012.

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Sei que teve de ser reanimada. Mas até hoje foi o bebé e é a criança mais saudável que conheço.
Uma gravidez santa, um bebé e uma criança santas mas um parto infernal!
Beijinhos a todas!
Inês Conceição

IMG_3472                                                                                                                                                              Adoramos esta foto!
Obrigada pela partilha Inês e um beijinho especial à Sara! <3

 

O meu parto AKA O filme de terror com um final e dois inícios felizes!

Demorei a escrever este artigo, demorei mais do que estava à espera.
Não é definitivamente a primeira vez que descrevo como foi o parto dos geminhos mas foi a primeira vez que tive que organizar as ideias e coloca-las em papel e foi tal como o parto, difícil.
A dificuldade de escrever reflete toda a dificuldade do parto que culminou num parto, vá, adivinhem… difícil!

O que vos vou contar pode-se agrupar na categoria de filme de terror com um final feliz e um início de duas vidas ainda mais felizes!
Começamos pelo princípio…

Era uma vez eu, que queria muito ser mãe mas tinha um pavor quase inexplicável do parto. Já tinha ouvido histórias boas mas na sua maioria eram histórias terríveis que se centravam na dor, quando eu queria imaginar um momento “cor-de-rosa” onde fosse só eu e o bebé num momento único e feliz. Por isso, numa decisão informada, e por opção, sempre admiti que preferia a cesariana. Já sei… já sei… Não é natural, é uma cirurgia dispensável, faz parte do processo de nascimento a passagem no canal vaginal, mas eu não concebia a minha dor, a dificuldade e esforço que o meu bebé teria que fazer para nascer.
Tomada esta decisão, a gravidez deveria ser um aglomerado de alegria, felicidade, bombons e uns quilos a mais, agrupados generosamente em 9 meses de puro êxtase na espera da pessoa que iria crescer dentro de mim. Devia ter sido assim, mas não foi…

Primeiro, não era a pessoa eram as pessoas, o que era espetacular. Gravidez 1 – Bebés 2!
Vou poupar-vos aos pormenores de uma gravidez gemelar de risco, em descanso absoluto e com muito medo. Era uma gravidez diferente, com muitos cuidados, alguns receios mas sempre com muita alegria.

Conforme o tempo foi avançando também a minha perspetiva sobre o parto foi mudando, deixei de me centrar na minha possível dor e desconforto, para me focar no que seria melhor para o Gonçalo e para o Guilherme. Também percebi desde logo que se as histórias que tinha ouvido sobre o parto eram más as histórias sobre partos gemelares eram horrendas. Não valia a pena pensar nisso, acreditava que a minha obstetra faria as escolhas certas, no momento certo.

Dia 17 de Novembro de 2014 foi uma segunda-feira como outra qualquer. Segunda-feira significava fazer ecografia, todas as segundas foram assim. Aquela eco, era mais uma de muitas, no entanto, eram sempre acompanhadas por um nervoso miudinho que acalmava mal ouvia os coraçõezinhos e via a expressão da médica que me indicava sempre que estava tudo bem, mas não no dia 17.
No dia 17, não estava tudo bem. A médica detetou o síndrome de transfusão feto-fetal e tinham que nascer de imediato. Lembro-me da médica dizer “Do Hospital já não sai!” e eu estranhamente calma perguntar “Mas eles estão bem?”, ao que a médica responde “Estão, mas o Guilherme está em sofrimento, tem que nascer hoje”. E enquanto me dirigia para a urgência a minha querida obstetra dizia-me ao telefone “Vai correr tudo bem! Deixa-te ficar aí porque realmente eles têm que nascer já!”.
Chegada à urgência e preparada psicologicamente para um parto vaginal (porque no hospital público é mesmo assim), sou informada que afinal não nascem hoje, vamos esperar 48 horas. Esperar?? Mas esperar como? Tenho um bebé em sofrimento, duas médicas já indicaram que têm que nascer de imediato! Nem pensar… Não podemos esperar!
Mas a médica de urgência em discussão com a médica da eco reafirmou a sua vontade. Esperar.

Falei de novo com a minha obstetra, e aí ela foi perentória, não há esperas para ninguém! “Perante os resultados da eco têm que nascer hoje.”
E aí tomei a decisão mais difícil de sempre, assinei um termo de responsabilidade e vim embora.

Vamos para o Hospital Privado da Boa Nova, que com a sua equipa multidisciplinar super competente verificam e concluem, não têm que nascer hoje, têm que nascer JÁ!
Vamos em passo acelerado para o bloco, onde já está à espera uma equipa, ou melhor uma super equipa, não só em número (porque eram realmente muitas pessoas) mas em amor e atenção.

As expressões sérias e a tensão era palpável, mas todos disfarçavam, não era a situação ideal mas ia correr tudo bem. Todos transmitiam isso e eu recebia essas boas energias que combatiam os meus medos e receios.
Preparadíssima, equipada apenas de bata e telemóvel (sim telemóvel, porque foi recomendado que o pai não assistisse ao parto porque era de risco e difícil mas a equipa tirou todas as fotos possíveis!), anestesia raquidiana administrada, vamos lá conhecer o Gonçalo e o Guilherme. Problema, a anestesia “não pegou”. Senti tudo, doeu tudo, gritei tudo…

E entretanto ouvi o choro, o Gonçalo estava connosco, a neonatologista veio mostrar mas não lhe pude tocar ou pegar, não havia tempo. Faltava o Guilherme, o mais pequeno, o que estava em risco, o que eu podia perder.
Na enésima vez que a minha obstetra diz “Está quase! Aguenta! Já vai passar!” e entre os carinhos que a anestesista me dava enquanto eu não gritava porque as dores eram tais que faziam que nem respirar conseguisse, ouvi o Guilherme, choro fraquinho e pesaroso. E não me lembro de mais nada…

Não o vi no dia 17, aliás, só o vi no dia 19 dentro da sua casinha de vidro, guardado e protegido, como se faz aos diamantes.

O Gonçalo estava ótimo, sereno, pacifico. O Guilherme demorou 17 dias a chegar até aí, sempre resiliente, sempre lutador, sempre corajoso.
Hoje, passados 20 meses, são crianças alegres e felizes, com uma história de coragem e superação.

Joana Carvalho

13728256_10207419786914408_692901916_o                                                                                        Foto dos gémeos da Joana! <3

 

Obrigada Joana pela partilha! Muito obrigada.

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E o vosso parto?

Quando falamos em maternidade, em gravidez, surge logo o bicho papão: O Parto!

Foi por isso que cá no blogue nos lembramos de desafiar algumas amigas a partilharem as suas histórias. Umas são simples, outras são atribuladas, mas todas trazem um final feliz com um bebé ou dois! 🙂
E é nisso que sugerimos que se foquem! O parto tem que acontecer, seja natural, seja com anestesia, seja de cesariana. É assim que se nasce! Ponto!

Assim durante os próximos tempos vamos partilhar com vocês histórias de partos, todos diferentes, mães que defendem o parto natural, mães que escolhem a cesariana, mães que decidiram uma coisa e no final decidiram outra, mães que não tiveram escolha.  Não fujam!! Queremos que aceitem o parto, que entendam as opções e as motivações, que não julguem, que ouçam estas mães.

E gostávamos ainda de convidar as nossas leitoras a participarem também nesta iniciativa! Contam-nos o vosso parto para o partilharmos?
Enviem-nos um email para sweetcaos2@gmail.com

O primeiro testemunho será publicado ainda esta semana e se quiserem podem rever o meu texto sobre o meu parto, aqui.

 

 

Curso de recuperação pós-parto

Íamos ser pais pela primeira vez e por isso concordamos que seria importante frequentarmos o Curso de Preparação para a Parentalidade e desta forma prepararmo-nos para a chegada do nosso bebé. Por isso, começamos por pesquisar locais onde o pudéssemos fazer, já que o Hospital não tinha vagas. Foi assim que encontramos o instituto4life que dispõe de vários programas de Preparação para o Nascimento e Parentalidade. Optamos pelo programa base, de baixo custo, um curso com menos sessões, mas com toda a informação essencial para chegarmos ao grande dia sem dúvidas. Entre as várias ofertas do programa escolhido, a mamã pode usufruir de uma sessão do curso de recuperação pós-parto totalmente gratuita.
Posso dizer-vos que usufruí de praticamente todas as ofertas do programa, incluindo essa sessão do curso de recuperação pós-parto. Gostei imenso da sessão e decidi inscrever-me. O curso tem a duração de um mês e inclui oito sessões.

Após o parto inicia-se uma etapa em que a nossa recuperação física é essencial. Felizmente eu recuperei muito bem o peso. Contudo, a barriguinha ficou mais flácida, o que é natural. Senti mais stress devido à grande exigência de todas as tarefas do dia-a-dia com o nosso bebé: alimentá-lo, vesti-lo, mudar a fralda, sossegá-lo, mimá-lo, lavar e passar as roupinhas dele e claro! Continuar a fazer todas as outras tarefas domésticas que fazíamos antes do bebé chegar. Um bebé pode consumir todo o nosso tempo e o stress é inevitável por pouco que seja. Também fiquei com os músculos mais tensos, principalmente porque passei a pegar todos os dias num novo peso, o meu bebé (o meu é bem pesadinho porque é um comilão).

Voltar para o ginásio estava fora de questão, já que não tinha ninguém que ficasse com o meu bebé e além disso o nosso corpo precisa recuperar progressivamente até estar preparado para exercícios mais intensos.

O curso de recuperação pós-parto permitiu-me retornar à actividade de uma forma progressiva, na presença do meu bebé, com o acompanhamento de uma Fisioterapeuta. Permite-me recuperar as estruturas que sofreram alterações durante a gravidez e parto. Compreende um conjunto de exercícios direccionados para cada grupo muscular específico, nomeadamente os músculos pélvicos, músculos abdominais e músculos lombares. Contribui para restaurar a força muscular e resistência, tonificar os músculos, potenciar a recuperação pélvica, aliviar o stress e tensão muscular, melhorar a aptidão cardiovascular e além de tudo, ajuda a prevenir/recuperar em caso de depressão pós-parto. No meu caso, foi uma forma de sair de casa e descontrair.

Agora estou a frequentar estas aulas, mais tarde, quem sabe, volto ao ginásio. Acima de tudo gosto de sentir-me bem e na minha opinião todas as mamãs devem procurar isso, sentirem-se bem. Aconselho a ponderarem frequentar estes cursos, pois com certeza melhoram a sua autoconfiança e autoimagem para além de usufruírem de todas as vantagens que referi antes.

 

Filipa é mãe do pequeno Simão. É professora e foi por esse motivo que trocou o Porto por Lisboa.

Todas as ilustrações dos convidados são: My Simple Life

5 dicas de recuperação pós-parto!

Durante a gravidez há quem engorde imenso, há quem engorde o mínimo indispensável, há até quem emagreça!
Depois da gravidez há quem recupere rapidamente tendo como única aliada a amamentação mas há também quem tenha grandes dificuldades em recuperar o corpo pré-gravidez.

Eis 5 regras básicas para o pós-parto, que podem ser postas em prática mesmo durante a amamentação sem prejudicar em nada a produção de leite (ao contrário das dietas mais restritivas!):

 1. intervalos máximos de 3 horas entre refeições.

2. aumentar ingestão de água ou chá sem açúcar.

3. aumentar consumo de sopa, saladas e legumes.

4. evitar doces, enchidos, refrigerantes e fritos.

5. fazer qualquer tipo de exercício mínimo 3 vezes por semana.

 Boa recuperação 🙂



Sandra Almeida é nutricionista, mãe da pequena Francisca e autora do blog Nutrir Sentimentos. Colabora com o Sweet Caos a cada dia 10. 




Tem questões que gostava de ver respondidas por uma nutricionista?
Envie um email para sweetcaos2@gmail.com 

O Parto!

Antes de engravidar tinha pavor ao parto! PAVOR!
Só me lembrava de histórias horrendas que tinha ouvido contarem sobre o parto da prima da amiga da conhecida. Noutros casos eram histórias contadas na primeira pessoa, horrendas iguais.

Quando decidi engravidar mentalizei-me que ia deixar esse “problema” para o fim! E é essa a ordem mesmo!

Quando finalmente engravidei só pensei que o bebé ia ter que sair e portanto o parto ia ter que ser!

Ao longo da gravidez fui-me focando nas histórias simples que ia ouvindo, aquelas em que as mães dizem que doeu mas que quando o bebé nasce, passa! Fui olhando à volta e vendo que tantas mães tiveram mais que um filho e que isso é sinal que as coisas correram bem!

Quando cheguei ao último trimestre exigi que ninguém me contasse NADA sobre o parto! Simplesmente não queria! Não queria saber, não queria ouvir, muito menos aquelas histórias horrendas de sofrimento de mãe e filho.

Até que entrei no salão do hospital de Gaia, onde fui seguida, para a minha primeira aula de preparação para o parto e a parentalidade.
Nesse curso aprendi tanto sobre este novo mundo mas acima de tudo aprendi a ter tranquilidade e confiança em mim para que o parto corresse bem.
Acreditem, perdi qualquer medo sobre o parto, sentia-me serena, tranquila e confiante.

Não posso dizer que fiz esta caminhada do medo à confiança sozinha, não a fiz!
Foi muito importante a ajuda da enfermeira que ministrou as aulas, teóricas e práticas e do pai do meu príncipe que as fez comigo e esteve de mão dada a sofrer os apertos na hora da verdade.

Foi a enfermeira Joana Gonçalves (a quem só agradeço!), que me fez acreditar que ia ser simples, mesmo que fosse complicado. Que me fez perceber que eu tinha que fazer bem o meu trabalho para que a equipa médica conseguisse fazer o melhor pelo meu filho. Que devia estar preparada para o pior mas mentalizada que vamos conseguir.

Ouço tantas e tantas vezes dizerem que as aulas de preparação para o parto não interessam, não servem de nada, não resultam e ainda bem que não liguei a essas vozes e decidi faze-las!
Nas aulas teóricas aprendi procedimentos a ter em vários casos, mas nas aulas práticas aprendi tudo o que me deu a segurança necessária para estar tranquila e apta ao momento fantástico que é darmos à luz!
As respirações, as posições, os puxos! Tudo tão importante!
Se me sentia ridícula nas primeiras aulas, estando de pernas para o ar a simular o parto a verdade é que foi isso que me fez entender tudo!

Há ainda quem diga que na hora da verdade esquece-mos tudo, nos descontrolamos, pode ser verdade, mas comigo funcionou.  Inspirei, expirei, levei oxigénio ao meu bebé nas contrações, puxei, puxei!

Só que o Sr. Vinny decidiu nascer grande demais para a mamã pequena que tem e apesar de eu estar a fazer bem o meu trabalho, da equipa médica e enfermeiras estarem a insistir num parto normal, lá tivemos que ir para uma cesariana porque o miúdo não descia!

Desolação foi o que senti quando o médico me explicou que não valia a pena e que tínhamos que seguir para o bloco. Olhei para o pai e partilhamos do mesmo pensamento, tanto esforço e agora vamos para cesariana.
Hoje acredito que não foi assim, que não foi em vão, a minha tranquilidade naquele momento, o ter  feito correctamente o meu trabalho permitiu que se entendesse que não valia a pena os fórceps ou coisas que tais. E o meu bebé não teve que sofrer!

Vinte minutos depois de entrarmos no bloco choramos. Ele por nascer, eu por o ver nascer!
Senti a mão de alguém a fazer-me festas na cara e a dizer: “Olhem, a mãe também já chora!”
E chorei, de feliz, de alivio, de tranquilidade.

O que se passou a seguir foi um pós-parto com dores, difícil, mas que preciso de puxar pela memória para lembrar! Como durante o trabalho de parto vos posso dizer que dói, que as contrações são terríveis e que a sala de partos gritei um fodasse e um puta que pariu!
Mas já nem me lembro das dores! Só me lembro dos pormenores que me levaram ao momento em que nasceu o meu filho.

Lembro-me de acordar a meio da noite a achar que estava com cólicas, de ir para o hospital ainda de noite a achar que ” não é trabalho de parto” e ” ai ai ai ai afinal acho que é”! , de chegar ao hospital e estar a sala de espera vazia, da enfermeira das urgências se rir quando lhe perguntei se estava em trabalho de parto, porque sim, estava e já ia a meio!

Lembro-me do pai, cá fora à espera, a escrever no iPad as memórias daquela hora.
De vir ter comigo e ter que sair a meio para fazer xixi, de me dizer que não sabia se ia aguentar mas de ter feito um esforço tremendo quando percebeu que eu precisava dele ali.
Lembro-me do nome das enfermeiras e do médico que estiveram comigo.
E lembro-me do rosto do meu bebé acabadinho de nascer. Nariz de pai e boca de mãe.

As dores? Passaram todas!
O medo? Quem tem cú tem medo, ja diz a sabedoria popular.

O parto? Nascemos todos não foi? 🙂