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Sandra

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10 actividades diárias que nunca voltarão a ser iguais depois de ser mãe

Existem muitas coisas diferentes na nossa vida depois de sermos mães. Tantas coisas que fazemos banalmente e que só nos apercebemos que nunca mais vão ser iguais depois de eles nascerem. Aqui ficam algumas delas.

1 – DORMIR

Mesmo que a criança seja um anjinho nunca mais voltamos a dormir profundamente. Estamos constantemente em estado de alerta. Qualquer movimento ou pequeno som nos faz saltar imediatamente da cama.

2 – FAZER Nº1 e Nº2

Lembram-se quando íam à casa-de-banho e aproveitavam para pôr as leituras em dia? Esse tempo acabou. Uma pessoa vai a ‘correr’. O objectivo é nos despacharmos o mais rapidamente possível. Primeiro eles são pequenos e parece que sempre que precisamos de ir acordam e choram. Depois eles crescem e acham que o mais divertido é estar na casa-de-banho sempre que lá estamos.

3 – TOMAR BANHO

Este é igualzinho ao ponto acima. Impossível ter a casa-de-banho só para nós. Longos banhos esqueçam. Se quiserem ficar de molho o melhor é deixar a criança com os avós.

4 – COMER QUALQUER COISA

Uma pessoa chega do trabalho, come qualquer coisa e… Alto! Não se pode comer ‘qualquer coisa’. Quando estamos a amamentar temos que nos alimentar como deve ser. Depois vem o ritual das sopas. Podemos até nem comer mais nada mas a sopa tem de se fazer. Quando se introduz o 2º prato esqueçam mesmo. Os miúdos fazem tudo por imitação por isso os bons hábitos alimentares são essenciais. Isto implica fazer refeições TODOS os dias. Sim, todos… mesmo. (Podem ir comer fora também). E não, batatas fritas de pacote e café não são uma refeição.

5 – LAVAR ROUPA E PASSAR A FERRO

Aquela actividade que, para 2 pessoas, se resolvia facilmente com uma lavagem de máquina e meia-hora por dia ao fim-de-semana. Ah saudades. Não arranjem uma máquina com mais quilos e um ferro como deve ser que vão ver como é bom.

6 – NÃO FAZER NADA

Esta actividade deixa simplesmente de existir. Esqueçam ficar sentadas a olhar para o infinito e a pensar na ‘morte da bezerra’. Depois do bebé nascer, no tempo em que estamos acordadas, há sempre qualquer coisa para fazer!

7 – LER/VER TV/JOGAR/(INTRODUZIR AQUI QUALQUER HOBBY)

Vocês adoravam (introduzir aqui actividade), não era? Vão ter que se adaptar depois de um bebé. Não quer dizer que não o vão conseguir fazer, mas será totalmente diferente. Provavelmente vão ser constantemente interrompidas, quer eles sejam pequenos ou maiorzinhos. Se tiverem a sorte de terem um bebé que durma, aproveitem esses momentos.

8 – TER A CASA ARRUMADA

Começamos a ter um vislumbre que a casa nunca mais vai ficar igual logo nos primeiros dias, é fraldas e mantinhas por todo o lado. A pouco e pouco vai aumentando de proporção e entram em cena os brinquedos. Num instante a casa de dois passa a ser de três e este terceiro tem uma data de coisas. Não vale a pena ficarem loucas com isto mais vale assumir que perderam.

9 – SAIR PARA UM CAFÉZINHO

Vamos só ali tomar um café? Sim, vamos. Mas antes temos de preparar 355 malas, o carrinho e vestir a criança. Vai ser simples (not).

10 – FAZER O AMOR

Pensavam que não ía estar na lista? Com um bebé em casa há pouco tempo e muito cansaço. Pois é minhas amigas, nada vai ser igual mas tem que se arranjar tempo para namorar. Não se esqueçam que houve um motivo para a criança nascer 🙂

Boas Festas

2016 está a chegar ao fim. Desejamos que passem os próximos dias com quem é mais importante para vocês. Que esqueçam as coisas más, o cansaço e as frustrações. Que aproveitem cada momento de coração cheio e aberto.

Amem, sejam amados. Sejam felizes. Queiram ser felizes. Deixem-se ser felizes.

2017 está aí à porta cheio de novidades, cheio de coisas novas e fantásticas para nos mostrarem.

Os nossos rapazes vão fazer 3 anos e daqui a alguns meses já terão mais companhia :).

O caos está a crescer e nós continuaremos por aqui.

Somos mamã ou mãe?

A menos de 2 meses de completar os 3 anos entramos numa fase claramente de transição. É bebé ou é criança? Mas a pergunta que claramente se impõe é: sou Mamã ou Mãe?

Ele já entende claramente o que dizemos. Já negociamos. Conversamos. Mas quando existe alguma coisa que ele está determinado a fazer, deixa de existir conversa e vem o choro e a birra. Deixa de existir a criança e vem o bebé ao de cima. Às vezes dou por mim a conversar com ele sobre algumas coisas e quando paro para ‘olhar’ ele realmente ainda é tão pequenino. Será que a comunicação é tão clara como penso que é?

Sou a mamã do mimo e do colo ou a mãe que ralha e põe as coisas na ordem? Sou a mamã do bebé ou a mãe do Sebastião?

O bebé fala (demais)

Desde que entrou para a creche em Setembro a linguagem do Sebastião teve uma evolução estrondosa.

Mesmo passando metade dos meses em casa por causa das viroses do ‘infectário’, não há dúvida nenhuma, que a creche foi e está a ser uma grande ferramenta de evolução.

Estamos muito contentes com a decisão de ele ter ficado com a avó e termos tido a percepção que estava na altura de ter outros estímulos. Isto para quem está de fora parece uma decisão fácil mas para novos pais nunca nenhuma decisão é fácil.

Quando o Sebastião entrou na creche apenas associava uma sílaba à palavra que queria dizer.

Hoje, passados 3 meses, senta-se ao pé de nós e tem uma conversa com frases completas. Ainda com palavras mal-ditas claro, mas completas.

Outra faceta que descobrimos dele é que é um verdadeiro fala-barato.

O miúdo só se cala se estiver a ver alguma coisa que realmente o interesse.

De resto, está constantemente a falar enquanto está a brincar com os bonecos ou com a plasticina. E além de não se calar fala com sotaque brasileiro.

Sim, eu já vos tinha contado do: Ti amo, mas vai muito além disso.

Coisas como: Cadê você papai; os gatos estão fazendo bagunça, estou indo mamãe… e a derradeira: Papai Noel!

O meu filho fala correctamente com sotaque brasileiro por causa do Paulinho, do Toquinho e da Victória.

Não, não são desenhos animados.

São pequenos youtubers de 4/5/6 anos. Youtubers brasileiros que fazem reviews de brinquedos.

A aplicação favorita do Sebastião é sem dúvida o youtube. Nos momentos em que pode utilizar o telemóvel ou o tablet é isso que ele opta por ver. Reviews de brinquedos. O acto de abrir um brinquedo novo e explicar o que contém e como funciona deve fasciná-lo.

Ele prefere os reviews brasileiros (eu sei que isto até parece parvo estando eu a falar de uma criança de 34 meses) mas ele tem realmente preferências. Eu deduzo que tenha haver com o facto de ele entender a língua.

O resultado é ele falar claramente com sotaque.

Em casa estamos sempre a corrigir para os tempos verbais do nosso português e decidimos diminuir o tempo de acesso ao YouTube.

Mas confesso que a maior parte do tempo fazemos um mega-esforço para não nos desmancharmos a rir sempre que ele vem com a sua brasileirada 🙂

Inverno

Estas últimas semanas têm sido complicadas por aqui. Chegou o Inverno ou seja a época oficial das infecções respiratórias.
O Sebastião desde que entrou na creche é semana-sim, semana-não em casa. Esteve sempre muito protegido e na verdade já fomos mais vezes ao hospital nestes últimos 3 meses do que no tempo todo de vida que ele tem.
Não tem sido fácil conjugar tudo e mais esta preocupação acrescida.
Com a ajuda da nossa pediatra, e de outros médicos e enfermeiras das urgências, temos conseguido lidar bem com as situações.
Vamos ao hospital só mesmo como último recurso. Para nós significa que a dificuldade em respirar já está num ponto em que não conseguimos ajudar sem um tratamento médico.
Agora aguardamos consulta de alergologia para fazer um despiste mais profundo dado que as infecções têm sido recorrentes.
O que devo esperar? O que é essencial saber? 

Circo!

Alguém me ajuda? O miúdo anda deliciado com a ideia de circo. Não queremos um circo com animais. Queremos é palhaços e muita animação. Que sugestões têm? Conhecem algum circo que não tenha animais?

Dia Nacional do Pijama

Hoje foi a primeira vez que o Sebastião participou no Dia Nacional do Pijama. Durante todo o mês de Novembro desenvolveram uma séria de actividades relacionadas com este dia. Uma das preferidas foi a construção da casa para poderem colocar as suas casinhas com os donativos. Eu acho muito importante a inserção destes dias nas escolas/creches. Também se ensina a solidariedade, também se ensina o cuidar do outro e acima de tudo, ensina-se a olhar para o mundo fora da nossa redoma.

Para mim é essencial mostrar a realidade às crianças. De uma maneira que possam compreender claro. Fingir que as coisas não existem não é solução e como resultado final o mais provável é depois crescerem indiferentes à sociedade que os rodeia.

E não se esqueçam… a solidariedade é para ser vivida o ano todo.

MAIS INFORMAÇÕES EM: http://www.mundosdevida.pt/

O Dia Nacional do Pijama é um dia educativo e solidário feito por crianças que ajudam outras crianças.

Neste dia, as crianças até aos 10 anos (creche, jardim de infância e escola de 1º ciclo), nas instituições e escolas participantes, de todo o país (continente e ilhas) – ou de países onde há escolas portugueses -, vêm vestidas em pijama para a escola e passam, assim, o dia em atividades educativas e divertidas até regressarem a casa. 

(…)

Este é um dia em que as crianças pequenas lembram, anualmente, a todos que “uma criança tem direito a crescer numa família”.

 

Amor à distância 

Primeira viagem sem o filhote. Sim, eu sei que pode parecer estranho acontecer só agora mas ainda não tínhamos sentido que o queríamos fazer antes. 

É realmente bom esta pausa mas a melhor maneira de acordar é sem dúvida com um telefonema dele.

Acordar numa cidade diferente e ouvir: Ti amo mamã – é simplesmente delicioso.

(Não me perguntem porque é que é em brasileiro, não faço a mínima ideia mas acho que é o galinha pintadinha effect)