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Rir de nada!

No outro dia a Sandra escreveu aqui no blog que há adultos que perdem o sentido de humor quando se tornam pais e mães.

Apesar de achar que nunca perdi o sentido de humor, aqui me confesso que a maternidade me tornou uma pessoa mais séria e preocupada. Deixando pouco espaço ao improviso e à descontração.

Como sabem gravidez para mim é doença e isso não ajudou nada ao processo. Depois a aflição de um filho APLV, graças a Deus de nível baixo.

Confesso também que o pós-parto da segunda gravidez foi duro! Mas aos poucos tudo voltou ao sítio, e como eu digo, é sempre a melhorar.

Nos últimos tempos decidi fazer um pacto com a alegria (obrigada Júlia Pinheiro) e tentar ser genuinamente estúpida como era antes de ser mãe. Relaxar mais, aproveitar mais, deixar-me estar!

(Não me vou tornar uma mãe irresponsável, descansem!!)

E uma coisa que sempre gostei foi de me rir de mim própria! Acho tão bom e saudável rirmos-nos de nós!

Outra coisa que acho o máximo é rirmos-nos de nada! Sim, de nada! Aquele rir só porque alguém se está a rir e ninguém sabe de que nos rimos, nem mesmo nós!

Sábado fui jantar com uns amigos e um dos momentos estúpidos em que nos riamos de nada foi fotografado! Tão bom!

E rir do rir dos nossos filhos? ❤️

Não há um manual de como ser pai!

Há pouco mais de quatro anos, tornei-me um pai. Após nove meses de gravidez eu deveria estar preparado, certo? Errado. Independentemente da tua profissão – construção, atendimento ao cliente, negociação de reféns – paternidade é o trabalho mais difícil que existe.

Nos anos anteriores à entrada de cena do Francisco, eu preocupava-me comigo mesmo, o que, nos dias de hoje, é provavelmente normal para alguém de 20 ou 30 e poucos anos de vida.

Tornar-me um pai mudou-me. Todos disseram que assim seria. Toda a gente me disse que tudo seria diferente. “Dorme agora”, disseram … “Sai agora”, disseram eles. Eu estava preparado para as mudanças superficiais (nunca fui muito de sair, de qualquer forma). Para o que eu não estava preparado era para pontapé emocional em cheio nos queixos que a paternidade te dá.

Podem vasculhar as prateleiras marcadas como “paternidade/maternidade” em qualquer livraria e encontrarão uma infinidade de livros sobre a paternidade. Podem pedir conselhos aos vossos pais, mães, tias, primos e amigos; mas independentemente de como nos preparemos para a viagem, a paternidade é algo que só se conhece depois de experimentar em primeira mão.

Os livros podem dar-vos uma ligeira vantagem, mas as palavras numa página não dizem o que sentes quando o teu filho chora horas a fio com cólicas; quando nascem os primeiros dentes; quando fazem cocó no chão, durante a transição para o pote. Livros não dizem como reagir quando a tua criança faz uma birra monumental no supermercado, apenas porque sim.

Sabem porquê? Porque não há uma maneira certa, uma fórmula.

Paternidade traz grandes momentos de auto-dúvida. Como um pai que durante alguns meses ficou em casa, às vezes eu sentia-me numa ilha. E nem sempre podes confiar num livro para te dar a resposta. Costumo refletir sobre o pai que sou e pergunto-me se estou a fazer a coisa certa.

O ponto aqui é que podem ler tantos livros quanto quiserem e conseguirem (tempo livre é algo que rareia quando se é pai de uma criança pequena), que vocês nunca estarão realmente preparados, e não há mal algum nisso. A paternidade é uma daquelas coisas que se vai aprendendo à medida que se vai andando.

Eu confio em ter sido criado com uma boa bússola moral e valores sólidos, que serviram e servem como uma fundação, para me incentivar e guiar-me a tomar as melhores decisões (longe de mim dizer que sou perfeito, ok? Não sou. De todo). Será que as decisões vão ser sempre as mais acertadas? Não. E está tudo bem.

 

Nota do autor: apesar de tudo, ser pai é o melhor que me aconteceu e a experiência mais maravilhosa (e difícil) que já enfrentei. Por mais birras, choros, dúvidas, corridas para as urgências a meio da noite, um simples sorriso, abraço, uma nova competência ou graçola do Kiko fazem com que tudo isso fique para a traz e valha completamente a pena. Pensemos: se assim não fosse, a raça humana estaria extinta há milénios. Sim, sou um pai babado e a gargalhada do meu filho é o que mais feliz me faz neste mundo.

Vasco Vasconcelos

 

Obrigada Vasco pela partilha e um grande beijinho ai para casa, principalmente ao astronauta-jedi Kiko!  😀

 

Passatempo Alegria

Novidades! Novidades! A Alegria está a oferecer os frutos da coleção Alegria Play para comemorar o seu aniversário!

Setembro é mesmo o mês das coisas boas, por isso é que eu e a Bárbara também fazemos anos neste mês (eheheh).

É super simples participar e podem ganhar a cenoura, a banana, a pera, o morango e a beringela! Tudo num valor total de 55 euros!

Só têm de fazer isto:

1. SEGUIR a alegria no Facebookhttps://www.facebook.com/alegriaswitzerland/ e Instagram instagram.com/alegriaswitzerland/

2. DEIXAR UM COMENTÁRIO sobre qual é o seu ‘legume ou fruta’ favoritos da coleção alegria PLAY.

Podem ver tudo aqui neste post do facebook.

Digam lá se não é óptimo?

 

 

 

Alegria! Alegria!

Estou completamente apaixonada pela Alegria. Uma ideia tão simples que me faz pensar: Porque raio não me lembrei disto antes?

A Alegria é uma marca de produtos para criança. A maior parte desse produtos é feito em crochet! Sim, crochet! Se forem como eu, a vossa avó tentou-vos ensinar quando eram pequenas e vocês sempre se recusaram a aprender. Acho que sei fazer um cordão e pouco mais.

Mas esqueçam os naperons para pôr em cima da televisão. Este crochet é colorido, tem formas e é muito fofinho.

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A Alegria tem, neste momento, 3 linhas de produtos:

Alegria Bath – Produtos para o banho

Alegria Play – A colecção de brinquedos

Alegria Sleep – Roupa de cama

A Alegria enviou-nos produtos da linha Bath e Play (Obrigada Alegria!) para darmos a nossa opinião e adorámos.

A colecção Bath é composta por panos para banho. Estes panos substituem as vulgares esponjas naturais que passado algum tempo se começam a desfazer em pequenos pedaços. E quais são as principais vantagens (tirando o facto de serem lindos de morrer)?

Consoante o tipo de ponto utilizado a textura do pano fica diferente, promovendo uma maior ou menor exfoliação. O crochet é mais poroso, logo seca muito mais rápido do que se optarmos por uma toalha, evitando a criação de bolor. Por causa da textura, fazem muito mais facilmente espuma. E para mim, a parte que acho fantástica, é se virmos que já não está em ‘condições’ é só pôr na máquina de lavar roupa e fica como novo.

A Alegria pensou que idades diferentes requeriam logicamente crochets diferentes. Assim podem encontrar paninhos para bebés muito macios, mais pequenos e com cores vibrantes, que servem também para a brincadeira na hora do banho. O modelo Kids são para crianças um pouco maiores, representando frutos e feitos com um ponto diferente, permitem que os miúdos aprendam a se lavar sozinhos usando as duas mãozinhas. E depois temos as luvas perfeitas para os papás, mamãs e manos e manas mais velhos.

A colecção Play é simplesmente uma delícia.

Brinquedos em crochet, coloridos e macios para encher o quarto dos miúdos de fruta e legumes.

 

O Sebastião adorou o pimento! Ele já reconhece e identifica as formas, para ele este tipo de brinquedos já estimula o seu imaginário (papa mamã, papa) e é perfeito para a sua cozinha. Para bebés mais pequenos são tão fofos e macios que são perfeitos para andar com eles para todo o lado.

Os produtos são muito giros, não são?

Podia acabar por aqui e já era o suficiente para vocês irem dar uma vista de olhos no site e descobrirem por vocês a Alegria.

Mas e seu vos disser que o trabalho em crochet é desenvolvido por artesãs brasileiras, respeitando as directrizes do comércio justo e que a Alegria contribui através do Save the Children para ajudar crianças menos privilegiadas?

Ganha tudo mais importância não é?

Cada peça em crochet é feita por uma artesã, mulheres já reformadas ou mães que utilizam os seus conhecimentos desta arte e se aliaram à Alegria para trazerem estes produtos tão giros a todas as crianças e por um preço justo pelo seu trabalho e acessível às famílias.

Tenho que confessar que antes sequer de conhecer os produtos da Alegria, este foi realmente o facto que me causou mais curiosidade. Neste mundo industrializado é sempre uma lufada de ar fresco ver o artesanato a ganhar proporções de marca.

Depois quando tive os produtos na mão e comprovei a qualidade com que são confeccionados e confirmei os valores ao que são vendidos tive a certeza que são sem dúvida uma Alegria em qualquer casa.

A dúvida! 

Já aqui disse que gostava de ter 4 filhos mas depois de um jantar como o de hoje fico cheia de dúvidas.

Jantei com uns amigos, em casa, e de 3 casais haviam 4 criancas! 

Suei antes do jantar, onde o meu miúdo ganhou logo um olho roxo, suei durante o jantar e suei ainda mais depois do jantar! 

Tinha 3 pirralhos entre os 15 meses e os 3 anos a correrem, a gritarem, a saltarem, a empurrarem e tudo e tudo e tudo a uma velocidade estonteante e com uma alegria assustadora! Assustadora porque eles estão felizes e de tão felizes ainda mais histéricos ficam e nós pais mais em pânico ficamos! Ou pelo menos eu fico!

A quarta criança portou-se bem porque ainda é um bebé de colo! Ehehehe

Só vos digo, o próximo jantar com estes três, só daqui a 10 anos! 

É bom, é! Mas é de doidos!