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Actividades de Outono

Chegou o Outono. Eu confesso, já vos tinha dito aqui, que não tenho muito jeito (nem paciência) para as actividades manuais. Mas está provado que depois de sermos pais temos que nos transformar todos numa Martha Stewart.

Portanto, agora estamos na fase de reunir coisas sobre o Outono.
Consegui, há hora do almoço, preparar umas imagens com poemas e canções, juntamos umas nozes, folhas e o Outono do Vivaldi e já temos um pacotinho jeitoso de contribuições 🙂

 

E vocês? Como está a ser o vosso Outono? 😀

Festa de Finalistas … da Creche

Sim, eu fui à festa de finalistas do meu filho. Sim, o meu filho tem três anos. Parece que isto dos miúdos é mesmo uma etapa. Começam por comer os sólidos, aprendem a sentar, começam as primeiras palavras, gatinham, andam e têm uma festa de finalistas.

Eu não imaginava que seria assim. Aliás, isto de ser mãe, é mesmo muito diferente do que eu imaginava 🙂

O Sebastião candidatou-se ao ensino pré-escolar. Ainda estamos à espera que saiam as listas para sabermos se entrou ou não. Se entrarmos vamos para o Bairro Alto fazer uma grande festa! Ah… espera. Isso é só daqui a uns anos. Desculpem, estava a confundir as festas.

Sendo assim, no Sábado, tivemos a festa anual da creche, em que o meu filho era finalista.

Foi mais ao menos assim que saímos de casa de manhã.

Tenho que vos confessar, ainda tenho alguma dificuldade em lidar com estas coisas das festas nas escolas ou simplesmente, de os outros pais falarem connosco no parque infantil. Esta ‘irmandade’ invisível entre os pais que surge assim que uma pessoa fica grávida às vezes assusta-me um pouco 🙂 .

A creche organizou um pic-nic com os miúdos e os pais (12 points pela ideia, muito melhor que ficarmos na escola). E não é que foi mesmo fixe? Estava um tempo óptimo, os miúdos fartaram-se de brincar, os pais conversaram e eu genuinamente passei um bom bocado.

Isto de ser mãe deve-nos activar aqui um gene qualquer que nos faz gostar destas coisas.

Resultado, elas fizeram-lhes umas batinas, capas e chapéus à finalistas (americanos, que nós cá não temos destas coisas) para assinalar esta passagem.

Pôem a capa e o chapéu. Reacção: Que fofo!

Chamam um a um para entregarem uma capa com fitas e diploma. Reacção: Que mega fofo!

Lemos as fitas que as educadoras e os coleguinhas escreveram. Reacção: Pranto total.

Eu não sei como é por aí, mas desde que sou mãe, a lágrima está sempre à espreita.

E é por estes motivos meus caros que nunca na nossa vida devemos dar nada por certo.

Há 5 anos bebia-se caipirinha e agora é só gin em todo o lado. #verdadedemãe

 

 

O bebé fala (demais)

Desde que entrou para a creche em Setembro a linguagem do Sebastião teve uma evolução estrondosa.

Mesmo passando metade dos meses em casa por causa das viroses do ‘infectário’, não há dúvida nenhuma, que a creche foi e está a ser uma grande ferramenta de evolução.

Estamos muito contentes com a decisão de ele ter ficado com a avó e termos tido a percepção que estava na altura de ter outros estímulos. Isto para quem está de fora parece uma decisão fácil mas para novos pais nunca nenhuma decisão é fácil.

Quando o Sebastião entrou na creche apenas associava uma sílaba à palavra que queria dizer.

Hoje, passados 3 meses, senta-se ao pé de nós e tem uma conversa com frases completas. Ainda com palavras mal-ditas claro, mas completas.

Outra faceta que descobrimos dele é que é um verdadeiro fala-barato.

O miúdo só se cala se estiver a ver alguma coisa que realmente o interesse.

De resto, está constantemente a falar enquanto está a brincar com os bonecos ou com a plasticina. E além de não se calar fala com sotaque brasileiro.

Sim, eu já vos tinha contado do: Ti amo, mas vai muito além disso.

Coisas como: Cadê você papai; os gatos estão fazendo bagunça, estou indo mamãe… e a derradeira: Papai Noel!

O meu filho fala correctamente com sotaque brasileiro por causa do Paulinho, do Toquinho e da Victória.

Não, não são desenhos animados.

São pequenos youtubers de 4/5/6 anos. Youtubers brasileiros que fazem reviews de brinquedos.

A aplicação favorita do Sebastião é sem dúvida o youtube. Nos momentos em que pode utilizar o telemóvel ou o tablet é isso que ele opta por ver. Reviews de brinquedos. O acto de abrir um brinquedo novo e explicar o que contém e como funciona deve fasciná-lo.

Ele prefere os reviews brasileiros (eu sei que isto até parece parvo estando eu a falar de uma criança de 34 meses) mas ele tem realmente preferências. Eu deduzo que tenha haver com o facto de ele entender a língua.

O resultado é ele falar claramente com sotaque.

Em casa estamos sempre a corrigir para os tempos verbais do nosso português e decidimos diminuir o tempo de acesso ao YouTube.

Mas confesso que a maior parte do tempo fazemos um mega-esforço para não nos desmancharmos a rir sempre que ele vem com a sua brasileirada 🙂

Não digam a ninguém

Com a entrada na creche começou a saga das viroses lá em casa.

Vai uma semana, fica uma semana em casa. Por isso esqueçam toda e qualquer rotina, aquilo lá em casa anda um caos.

A última semana ficou em casa com a avó. Apesar da tosse, no fim-de-semana já se sentia muito melhor. Muito melhor significa: levantar-se pouco depois das 8h e não parar um segundo.

Sim, é óptimo crianças activas.

Sim, é sinal que já está melhor.

Sim, é capaz de nos levar à loucura.

Por isso quando chegou ontem o final do dia, eu só pensei: Amanhã é dia de trabalho!

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A primeira capa

Começaram os trabalhos manuais!

Acho tão giro isto de fazer coisas para e com os miúdos, acho mesmo. Acho giro mas não me convidem para trabalhos manuais. Não tenho jeito nenhum para estas coisas. Eu já cozinho! Mereço um desconto só por causa disso. Eu brinco às cozinhas, aos supermercados, dou de comer ao Cocas, faço caracóis com plasticina mas isto tudo é brincar; agora fazer realmente uma coisa com finalidade, bem, isso já é mais complicado.

Mas já se estava a ver que com a entrada na creche, mais cedo ou mais tarde, tinha de pôr as mãos à obra. E lá veio a capa para guardar os desenhos para fazer em conjunto.

Uma coisa porreira da paternidade a dois é que somos dois! Assim, dividi as tarefas: eu orientei, o Sebastião escolheu o tema e pôs a cola e efectivamente quem montou e teve todo o trabalho foi o Zé. Tínhamos de usar figuras geométricas que as educadoras já tinham enviado e utilizar outras que quiséssemos.

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Acho que para primeira capa não correu nada mal. Boa Zé! Podes continuar o bom trabalho.

 

Habemus Sono!

Já começo a sentir mudanças com a entrada na creche do Sebastião. E não são das pequenas! Para nós são enooorrmmeesss.

Às 21h da noite ele pede para ir para a cama (ainda está no nosso quarto). Eu deito-o no berço, bebe um biberão. Eu deito-me ao lado dele, ficamos ali a olhar para o tecto em silêncio ou então ele fala várias coisas diferentes durante meia hora e depois (… espantem-se… abram o champagne…) ele adormece!

Sim, isto está mesmo a acontecer em minha casa! Depois de 30 meses sem nunca dormir antes das 23h e muitas vezes muito depois. Em que precisava de ter todos ao pé para adormecer. Em que inventava 1001 coisas para afastar o sono, o meu filho pede para ir dormir e realmente dorme!

Continua a mexer-se, a pedir a chucha, a beber mais um biberão a meio da noite, a choramingar mas o mais tardar às 21h30m está a dormir!

Ontem, mamãs e papás, eram 21h, 21h! Sabem o que isto significa?!? Que conseguimos relaxar no sofá e ver 2 episódios de uma série sem nenhuma interrupção (é a loucura).

Não sei se vai continuar assim mas estamos a aproveitar bem estes bocadinhos.

A parte menos boa?

Saudades. Sim, saudades. Eu sei que isto pode parecer estranho mas na verdade ele deitar-se mais cedo deixa-nos menos tempo para estarmos todos juntos.

Já estou a imaginar-vos aí desse lado a dizer: Realmente as pessoas nunca estão satisfeitas!

Mas nunca estamos na verdade 🙂 Isso é que nos faz procurar mais e melhores soluções para a nossa vida.

Digam-me lá mamãs e papás que estão fora todo o dia, chegam nunca antes das 19h e cujos filhos se deitam às 20h, não têm saudades?

Primeiro Dia

Acabaram as férias por aqui. Neste novo ‘início’ de ano e após ponderarmos e procurarmos a melhor solução para nós, decidimos que estava na altura de o Sebastião entrar para a creche.

Nesta segunda fase de busca por um  espaço que achávamos adequado para ele, as coisas correram muito melhor que da primeira vez.

Acho que o nosso ‘bullshitómetro’ está mais activo e desta vez a escolha foi mais fácil.

As actividades correram muito bem mas já está na altura de um maior tempo de interacção, rotinas, sociabilização e todas aquelas coisas que fazem falta no desenvolvimento normal. Como continua muito trapalhão para falar também acreditamos que a escolinha pode dar uma ajuda nessa parte.

Antes de irmos de férias fomos algumas vezes com ele à creche para ele conhecer o espaço e brincar com os outros meninos e meninas.

Hoje começou a semana de adaptação a sério. Nos primeiros dias vai ficar apenas um período de manhã para se ambientar. Esse período vai aumentando até ficar o dia todo.

As manhãs começam com um: Não mãe! Não!

Quando precisamos que eles se levantem, é sempre difícil não é?

Quando percebe que vai à escola começa a ficar entusiasmado. Quer logo pôr a mochila e abrir a porta.

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Quando chegamos à creche ele entra disparado e vira-se para trás e diz: Tchau!.

Simples, sem choros, sem vergonhas, lá vai ele brincar.

Eu confesso que já me tinha preparado emocionalmente para o choro e abraços mas que não estava preparada para tanta independência logo assim à primeira.

Não pergunta uma única vez por nós ou pelas avós e quando a minha mãe o vai buscar, ele levemente vai buscar a mochila, calçar os sapatos e despedir-se dos coleguinhas.

Não podia estar mais contente com a facilidade de integração (pelos menos por agora, já sei que às vezes as coisas mudam de um dia para ao outro).

Tenho que vos confessar que é impossível não sentir um pouco de melancolia quando vejo a porta da creche fechar. Chegámos aqui tão rápido.

E por aí? Como foi o regresso à escola? Existem mais mamãs que deixaram os bebés pela primeira vez?

 

A escolinha

O Sebastião fez dois anos em Fevereiro. Gostávamos que ele entrasse para o ensino público no final do próximo ano, já com os três anos feitos.

A creche com os seus horários, ritmos, actividades em conjunto é completamente diferente do universo que ele conhece. Como estávamos com algum receio em relação à sua adaptação no próximo ano decidimos que seria interessante ele fazer meio-tempo numa creche que fosse relativamente perto de casa e que permitisse que as avós o pudessem ir buscar facilmente.

Tenho-vos a dizer que não correu nada bem. Aquilo que a maior parte das mães passa com 4 meses/ 6 meses nesta procura de um sítio para o seu filho passei eu aos 24 meses, a diferença principal estava relacionada com os estímulos que eu procurava, enquanto que se fosse mais cedo julgo que teria como prioridade outros aspectos.

Cheguei à triste conclusão que as creches não estão preparadas para as necessidades das crianças. Que por muita boa vontade que as educadoras tenham as suas condições de trabalho limitam-nas a serem apenas fiéis depositárias de crianças. Quando comecei a minha busca falei com algumas mães da minha área de residência. O aspecto que todas salientavam era a relação das crianças com a educadora. ‘É uma querida com os miúdos’ ‘É muito atenta’ ‘A minha bebé adora-a’.

Sim, isto é muito importante. Esta relação com a educadora, a confiança total na pessoa que vai passar pelo menos oito horas por dia com o nosso filho. Compreendo que quando se faça essa escolha esta seja das coisas mais importantes.

Quando partimos para a escolha de um espaço para o Sebastião as nossas questões eram outras. Ficámos realmente surpreendidos com o que encontrámos.

Procurávamos um espaço de interacção para os miúdos, com objectivos pedagógicos definidos. Encontrámos.

Espaços completamente direccionados para o bem-estar e evolução das crianças, adeptos da pedagogia de Waldorf. Espaços em que a criança é olhada como um indivíduo e em que tudo é feito em prol da sua evolução. Mas, por muito que gostássemos que o Sebastião fizesse parte de um espaço deste tipo, para nós, simplesmente, não seria possível a nível financeiro depois dar-lhe continuidade.

Na nossa procura, chegámos à conclusão que os espaços que possam ser financeiramente mais acessíveis (e aqui estou a falar de valores que rondam os 350/450 euros, este é o ‘acessível’) não têm um plano pedagógico, ou se têm, têm-no implementado muito deficientemente.

Estas foram algumas das coisas que ouvi quando questionei as directoras sobre a pedagogia implementada, a alimentação, condições do espaço…

‘Eles ficam aqui nesta sala e brincam com massas e essas coisas. Sabe que nesta idade eles ainda não percebem nada.’

‘O nosso trabalho aqui é fazermos coisas para os entreter.’

‘Obrigamos todos a dormirem. Connosco não fazem ‘farinha’.’

‘Depois de comerem ficam aqui nesta sala à espera dos pais. Às vezes pomos o rádio a tocar.’

‘Não, não pode trazer comida. Aqui todos comem papas ao lanche.’

‘A ementa tem muitos fritos? Mas olhe que é feita por uma nutricionista.’

‘Quanto é que os pais ganham?’

Foram demasiadas coisas, mas já dá para terem uma ideia. As educadoras podem ser uns ‘anjos’ mas a maior parte das pessoas que estão à frente dos espaços não o deviam estar.

Confesso que existiu um momento em que desistimos. Seria assim tão difícil encontrar um espaço que se focasse no desenvolvimento do Sebastião e no contacto com os outros miúdos? Conheço algumas das mães e crianças que estão em muitos destes espaços. Estão satisfeitas. Sabem que as educadoras fazem o melhor pelos miúdos, por isso comecei por escrever que as necessidades são diferentes. O Sebastião está muito bem entregue com as avós. Tem todas as vantagens da família com mais um plus em relação a outros pais. A minha mãe trabalhou num ATL, conhece por fora e por dentro as actividades, os planos, as pedagogias e traz isso para o seu dia-a-dia com ele. Todos os dias fazem actividades com objectivos diferentes. A única coisa que realmente sentimos mais necessidade estava relacionada com a interacção com as outras crianças pois achamos que as actividades que faz não são suficientes e com a sua dificuldade de clarificação de início e fins de tarefas, rotinas mais bem definidas.

Quando estávamos já numa fase de desistir, recebi um email (obrigada internet). Antes de fazer 1 ano, o Sebastião participou uma actividade com tintas comestíveis. Nessa altura falei aqui no blog sobre isso. No assunto do email dizia: “BEBÉS CURIOSOS” -ACTIVIDADES DE SOCIALIZAÇÃO E DESCOBERTA PARA BEBÉS E CRIANÇAS.

Primeiro pensei que deveria ser uma actividade pontual, mas decidi que valia a pena me informar um pouco mais.

A descrição das actividades e do seu principal objectivo começa logo assim:

‘Estas são actividades de desenvolvimento, descoberta, exploração e socialização que permite a bebés e crianças que ainda não frequentam a creche ou o jardim de infância (que estejam ao cuidado dos pais, avós, amas, baby-sitters) possam ter a possibilidade de participar de actividades diferentes, pedagógicas e estimulantes, ao mesmo tempo que têm a possibilidade de conviver, brincar e observar outras crianças.’

Lá está! Finalmente o que procurávamos! Era perfeito para as nossas necessidades.

Fomos experimentar e adorámos. Detectámos logo que foi realmente uma boa decisão. Ele é sempre muito sociável com adultos e crianças mas por exemplo, não se senta junto das outras crianças para fazer a actividade principal do dia. Não participa e prefere ficar isolado a brincar. E é exactamente para isto que estas actividades existem, para lhes dar espaço e tempo para essa integração. Sem pressão, ao ritmo deles, num ambiente descontraído, familiar e que permite a sua evolução natural.

Está a correr lindamente.

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É exactamente como esta descrição:

‘Uma Educadora de Infância especializada cria as oportunidades de brincadeira, facilita a interacção entre as crianças, orienta sessões de arte para bebés, música, histórias, movimento, entre outras, proporcionando um ambiente seguro e estimulante onde os mais pequenos vão ganhando confiança, autonomia e desenvolvem capacidades que facilitarão a sua integração no ambiente educativo.’

Até já tem as ‘doenças’ associadas ao contacto com os outros miúdos 😉

Existem dois aspectos que achei também muito positivos. O acompanhante da criança pode estar presente, especialmente com bebés mais pequenos, pode ser um aspecto muito importante. As actividades são contínuas, têm um horário definido e um local próprio. Ele já começa a perceber a ideia do: Hoje é dia de escolinha.

Para quem estiver interessado pode saber mais aqui.

Entretanto sei que existem outros espaços que também promovem este tipos de actividades mas pelo que me apercebi são apenas esporádicas.

Da próxima conto-vos da ginástica que é uma actividade também muito gira.

 

 

 

 

O meu bebé não fala

Em vésperas de fazer dois anos, o meu bebé (ainda) não fala.

Na verdade ele diz montes de coisas, farta-se de conversar connosco e nós (os pais e avós) entendemos (quase) tudo mas, para todos os outros ele não fala.

O meu bebé diz perfeitamente: sim, não, mamã, papá, bebé e vóvó e tudo o resto utiliza uma sílaba para identificar o objecto. Por exemplo: panda é Pan, Bá é gato, bolacha ou água, consoante a entoação, Né é chucha e por aí fora. No entanto está sempre a ‘falar’.

Eu penso que cada criança tem o seu ritmo. Que não é nada de extraordinário ele ainda não dizer palavras correctas. Ele não domina a linguagem oral mas domina completamente qualquer conversa.

O Sebastião não vai à creche, está com a avó. Sei que provavelmente se estivesse em contacto com mais crianças, a linguagem estaria mais desenvolvida.

Às vezes tenho dúvidas em relação à opção que tomámos. Julgo que todos os pais as têm. Todos os pais, em algum momento (para não dizer quase todos os dias) se vêm confrontados com as opções e escolhas que fazem para os seus filhos e duvidam de si próprios.

Deveríamos acreditar mais em nós e no nosso instinto.

As minhas dúvidas desvanecem-se completamente quando entro em casa e o vejo no colo da avó.

É que a linguagem do Amor não tem palavras.

1º dia de escolinha! 

E hoje lá foram os nossos bebés pequeninos para o infantário! 
Uns pela primeira vez, outros de regresso!
Em ambos os casos custa mais aos pais do que a eles! 
Eles, se vão pela primeira vez, com meses muitas vezes, nem sabem ao que vão! Os que vão de regresso levam a ânsia do reencontro com os amiguinhos e as brincadeiras, mesmo que na despedida da manhã venha o choro! Depois passa! 
O que não passa é a dor de barriga dos pais durante todo o dia e a vontade de ligar a saber se está tudo bem! 
E sabemos a cada dia 1 de setembro que eles crescem e vão fazendo a caminha deles! 
E isso também nos provoca dores de barriga! 🙂 
E agora que eles já estão a dormir, vão lá dar mais um beijinho! 

PS.: Hoje foi também o primeiro dia de escola para James Sirius Potter, o filho mais velho de Harry Potter e Ginny Weasley. Vamos pensar que nos nossos infantários também se faz magia como em Hogwarts! 🙂