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E na doença?

Por cá as coisas estão a melhorar, o miúdo está a ficar fino mas infelizmente a miúda teve mesmo que ser internada e por isso desde domingo que estamos no hotel!

A parte boa é que em dois dias há melhorias visíveis no estado dela! E assim já valeu a pena!

O que me leva a escrever hoje não é sobre os meus filhos, mas sobre aqueles filhos sem pais, que estão institucionalizados.

Quem dá o colo tão importante na hora da doença? Quando vão às urgências de um hospital? Quando uma enfermeira lhes tira sangue?

Estávamos nas urgências e um menino de dois anos queixava-se da barriga. Chorava muito e o colo da mãe era o lugar seguro dele para descansar entre as mãos da equipa hospitalar que tentava entender a razão da queixa! Ele adormecia, até nova ronda de mãos.

Do outro lado uma bebé chorosa forçada a fazer medicação, consolada com o colo e o abraço da mãe em segundos!

E os filhos que não tem pais?

Chorei… desolada na dor que tantas crianças devem sentir, no vazio que carregam no peito e na falta do lugar seguro.

Lembro-me muitas vezes dos meninos institucionalizados que se preocupam com quem faz o turno da noite ou da manhã. Não tem uma família para eles, tem funcionários, que acredito saibam dar amor, mas tiram folgas e férias.

Será que vocês me percebem?

Até onde vai o nosso conforto e o nosso receio para não mudarmos isto?

Porque é que a adopção é na sua maioria feita apenas por casais que não podem ter filhos?

Porque não somos todos famílias de acolhimento?

Eu sei as respostas todas! Só não sei se este nosso egoísmo receoso deverá ser maior que o amor. Não deveria!!

Mãe, vais morrer?

Para quem não sabe, tornei-me insuficiente renal há 3 anos e nessa altura tive que tomar a decisão de como iria conviver com a minha doença e o facto de ser mãe na altura de um menino de 5 anos.
Na altura o choque foi seco, não houve grande tempo de raciocinar sobre tudo o que estava a acontecer, mas havia algo ou alguém que me obrigava a tomar decisões rapidamente e tentar acertar o melhor que podia.
Não é fácil explicar a uma criança de 5 anos que a mãe está no hospital, vai ficar lá, que tudo vai mudar a partir dali. Mas o meu marido, com tudo o que estava a acontecer, conseguiu fazer o mais difícil e da melhor forma. Tendo todo o cuidado do mundo, claro, ele explicou ao filho de igual para igual, tudo o que estava a acontecer, sem esconder nada.

Explicou que os meus rins tinham parado, que iria passar algum tempo no hospital, que iria vir para casa e que as coisas iriam mudar.
Não explicou ao pormenor, mas deu a ideia e deixou que ele fizesse as suas perguntas. O que o meu marido conta que ele até reagiu bem, mas depois quando iam no carro ele quebrou e chorou. Normal! O meu marido parou o carro e consolou-o! O primeiro dia tinha sido superado, o mais difícil passou!

Isto para chegar a como eu consegui ultrapassar esta situação junto do meu filho.

Posso dizer que o que me salvou a vida foi o facto de ser mãe, na altura todos os pensamentos iam para o Luís, o meu filho.

A preocupação constante como ele estava, como estava a reagir, o que isto o ia afectar e como eu não lhe queria estragar a infância, dava-me forças. Eu não podia desistir e tinha que manter a normalidade ao meu filho. E isso foi-me dando forças para enfrentar tudo, mesmo nas alturas que já não as tinha.
Quando regressei a casa, apercebi-me que tinha uma criança muito curiosa e que queria saber tudo sobre rins. Tentei explicar tudo, decidi nunca esconder nada. Tentei ao máximo simplificar as respostas, algumas difíceis, mas fui com o tempo apanhando o jeito.

Mas houve uma pergunta a qual nunca esqueci, a derradeira pergunta, aquela que assombra qualquer pai e que é a mais difícil de responder:

– Mãe, vais morrer?

Acreditem que ainda hoje me custa relembrar o momento, as lágrimas correm-me sempre quatro a quatro, cada vez que o faço. No primeiro minuto, não consegui dizer nada, apenas olhei para a carinha de olhos esbugalhados à espera de uma resposta. A única coisa que eu pensava, era o que lhe ia dizer, como dizer e como evitar que aquilo o assombrasse.
Guiada pelo meu instinto e sem saber o que estava a fazer, apenas respondi

– Sim, a mãe vai morrer um dia, porque todos morrem. Mas eu não sei, quando vai acontecer! Nunca sabemos, mas é natural! É a vida!
– seguida disto veio claro, várias afirmações de: eu não quero que tu morras, não quero ficar sem ti.

Eu ouvia as palavras saírem da boca dele e a única coisa que eu queria era chorar, mas não podia, estava decidida a fazer daquela conversa, algo leve, algo natural e simples.

Então expliquei-lhe que mesmo que um dia eu morresse eu iria viver sempre no coraçãozinho dele, que iria sempre estar com ele, que nunca sairia do lado dele e que bastava ele lembrar-se de mim que eu iria estar ali.
Foi então que me perguntou quando se me podia ver e eu respondi:

– Olhas para o céu e a estrela que estiver a brilhar mais, sou eu! Mas se fechares os olhinhos e me recordares, já sabes que eu estou perto de ti!

Conversámos mais um pouco sobre o assunto e respondi a tudo o que perguntou, não recusei nenhuma pergunta. Tentei minimizar o que podia, mas tentei também ser realista.

Queria um filho preparado, queria e quero protegê-lo até depois da minha morte, porque ninguém vive para sempre, nem os pais. É o meu dever!

Depois desta conversa, houve mais algumas. Era normal! Tinha sido uma grande alteração nas nossas vidas e tanto eu como o meu marido tínhamos decidido que para ele o melhor seria contar-lhe tudo e nunca esconder nada. Ele era e é uma criança muito pragmática, tinha de ser assim com ele, impossível de outra forma.

Hoje olho para ele e penso que tomei a melhor decisão. O Luís é uma criança feliz, com a sua inocência de criança, muito esclarecido nestas coisas de saúde. A morte para ele é algo natural, algo que faz parte da vida. Já não fala no assunto, pois está esclarecido e não tem questões.
Na altura a forma como eu queria conduzir a minha vida e conviver com a minha condição foi-me ensinada pelo meu filho. Eu tinha de viver e não sobreviver e como mãe devia-lhe isso! Somos felizes!
Muitas vezes escondemos o problemas às crianças, para protegê-las, pois achamos que não sabem lidar, não estão preparadas. Mas, a verdade, é que são mais fortes do que aquilo pensamos.

Paula Almeida, mãe de um pirata muito feliz! A vida fechou-lhe uma porta, mas abriu-lhe várias janelas. Autora do blog PadaandLuda

Lisboa vai ao Parque

Tivemos a sorte de num dos nossos passeios pelos parques de Lisboa encontrar a Lisboa vai ao Parque.

Lisboa Vai ao Parque

A Câmara Municipal de Lisboa organiza pelo terceiro ano consecutivo esta iniciativa que se foca em atividades lúdico-desportivas.

O objectivo é promover a prática da atividade física ao ar livre e proporcionar condições para as famílias aproveitarem ainda mais os espaços verdes da cidade.

Já falámos de outros aqui.

As actividades são totalmente gratuitas e existem para todas as idades. Temos desde Jogos Tradicionais a Zumba, Ginástica Sénior a Yoga, Karaté a Palhaços. As actividades são muito diversificadas. Podem ver as actividades e horários no site da Câmara aqui.

Lisboa Vai ao ParqueNós apanhámos o dia com a pista insuflável que faz a perdição dos mais pequenos. Acompanhados por um professor do Ginásio Clube Português vão pulando e fazendo vários exercícios.

A iniciativa é muito gira e dá para passar um bom bocado com os miúdos no parque.

O programa decorre todos os Sábados de 29 de abril a 30 de Setembro (em Agosto não há) nos seguintes parques:

Jardim Augusto Gil | Junta de Freguesia de S. Vicente

29 de abril de 2017
27 de maio de 2017
24 de junho de 2017
15 de julho de 2017

Jardim Avelar Brotero | Junta de Freguesia de Alcântara

6 de maio de 2017
20 de maio de 2017
17 de junho de 2017
01 de julho de 2017
22  de julho de 2017
02 de setembro de 2017
23 de setembro de 2017

Jardim da Estrela | Junta de Freguesia da Estrela

27 de maio de 2017
10 de junho de 2017
24 de junho de 2017
08 de julho de 2017
22 de julho de 2017
9 de setembro de 2017

Jardim da Guitarra | Parque Moinhos de Santana | Junta de Freguesia de Belém

Jardim Guitarra – dia 22 de julho
Parque Moinhos de Santana – dia 2 de setembro

Mata da Madre de Deus | Junta de Freguesia do Beato

29 de abril de 2017
6 de maio de 2017
17 de junho de 2017
01 de julho de 2017
15 de julho de 2017
09 de setembro de 2017
16 de setembro de 2017

Parque Bensaúde | Junta de Freguesia de S. Dom. de Benfica

6 de maio de 2017
20 de maio de 2017
10 de junho de 2017
24 de junho de 2017
8 de julho de 2017
22  de julho de 2017
2 de setembro de 2017
9 de setembro de 2017
16 de setembro de 2017
23 de setembro de 2017
30 de setembro de 2017

Parque Tejo | Junta de Freguesia do Parque das Nações

29 de abril de 2017
13 de maio de 2017
27 de maio de 2017
8 de julho de 2017
22 de julho de 2017
2 de setembro de 2017
16 de setembro de 2017
30 de setembro de 2017

Quinta das Conchas | Parque Sousa Franco | Junta de Freguesia do Lumiar

Quinta das Conchas – dia 29 de abril de 2017
Parque Sousa Franco – dia 13 de maio de 2017
Parque Sousa Franco – dia 20 de maio de 2017
Quinta das Conchas – dia 17 de junho de 2017
Quinta das Conchas – dia 1 de julho de 2017
Quinta das Conchas – dia 29 de julho de 2017
Quinta das Conchas – dia 16 de setembro de 2017
Quinta das Conchas – dia 23 de setembro de 2017

Vale do Silêncio | Junta de Freguesia dos Olivais

29 de abril de 2017
6 de maio de 2017
20 de maio de 2017
24 de junho de 2017
8 de julho de 2017
22 de julho de 2017
2 de setembro de 2017
16 de setembro de 2017
30 de setembro de 2017

As mães gordas

O Sebastião apanhou uma gastroentrite viral e tivemos que recorrer à urgência do hospital. Foi super bem atendido como sempre. Foi-lhe feito um exame completo e todos os procedimentos necessários. Fez o tratamento e teve alta. Neste momento está em recuperação. Não tenho nada, absolutamente nada a dizer do modo como foi e é tratado sempre que tem que recorrer a uma urgência sem ser com a pediatra dele. Hoje quero falar de preconceito. Hoje quero falar do modo como as pessoas olham para as mães com excesso de peso. 

Está claro que uma mãe com excesso de peso apenas alimenta o seu filho com batatas fritas e refrigerantes. Todos sabemos isso, não é?

Por isso, é normal que quando uma criança está com gastroentrite uma médica tenha que a aconselhar em relação à alimentação não vá ela sair do hospital e dar à criança donuts de chocolate. Temos que também reforçar que a criança não deve comer diariamente essas coisas porque com toda a certeza esta mãe gorda não sabe disso e é completamente indiferente que este miúdo até seja um magricela pois de certeza que deve comer montes de coisas que lhe fazem mal mas ainda não se nota.

Não somos nada ditadores com a alimentação, aliás, já falei disso mesmo no blog da nutricionista Sandra Almeida e aqui também.

Acho que somos pais perfeitamente normais nesse aspecto, a diferença é no tipo de mãe.

Quando uma mãe com o peso normal dá um chocolate a um filho é isto que ouve: Fazes bem! É tão bom um miminho de vez em quando, até nós gostamos. Mas, quando a mãe é gorda… ui… o mundo vem abaixo. 

Não fazem ideia da quantidade de críticas meio veladas que tenho ouvido ao longo destes 3 anos. Isso não vai deixar de acontecer pois eu não vou deixar de ser gorda. É um verdadeiro estudo sociológico ver a diferença da reacção das pessoas. Quando o magricela do meu marido dá batatas fritas ao miúdo é risinhos e reforçado com um ‘é tão bom’; quando sou eu é interessante ver o ar de desilusão das pessoas e logo imediatamente um: ‘as batatas fritas fazem mal’.

O mais importante para mim é que o miúdo seja saudável mas tendo uma mãe gorda é de assumir que não deve ser.

Não sei se outras mães com excesso de peso passam pelo mesmo mas imagino que sim. Costumam ouvir este tipo de críticas? E as magricelas, também são criticadas?

Fomos à Quinta Pedagógica dos Olivais!

Sim, nós devemos ser as únicas pessoas com filhos pequenos que ainda não tinham ido à Quinta Pedagógica dos Olivais!

Tínhamos tentado uma vez e quando chegámos já estava fechada. Para nossa defesa saibam que já visitámos quintas pedagógicas em outras zonas do país e como assim que surge o sol vamos para o nosso cantinho de ‘campo’ nunca tinha calhado.

Mas este fim-de-semana não escapou e tirámos a manhã para uma visita. Lógico que não preciso de dizer que adorámos! É sem dúvida o campo na cidade.

Tivemos a sorte de haver leitões e pintainhos o que tornou o passeio ainda mais encantador.

Para quem nunca visitou (ainda existe alguém por aí?) aconselho a pensarem já neste passeio e a não perderem esta oportunidade.

Com entrada gratuita, sim, completamente gratuita! A Quinta é um equipamento público, gerido pelo município de Lisboa. Eu fiquei muito espantada com as condições, superou completamente as minhas expectativas e garanto-vos que não vos vai desiludir.

Perfeita para levarem os miúdos nestes dias quentes de Primavera. Podem correr, brincar, interagir com os animais e passear no pomar.

A Quinta promove uma série de visitas e actividades que ficaram por experimentar mas com toda a certeza vamos participar no futuro.

Eu sei que isto são old news mas mais vale tarde do que nunca 😉

Quinta Pedagógica dos Olivais: Site | Facebook | Twitter

 

Férias com crianças? Não, obrigada.

Antes que comecem já a dizer que sou uma mãe horrível e que não quero passar tempo com o meu filho deixem-me esclarecer o que são férias ideais com ele.

Podem ser num sítio qualquer mas fixas. Ou seja estamos a dormir e a fazer as refeições no mesmo local e durante a manhã e a tarde fazemos actividades como ir à piscina, praia, a um quinta pedagógica, ao parque, passear, ir comer um gelado e retornar à ‘base’. Resumindo dormir-comer-actividade-dormir-comer-actividade-comer-dormir. Perceberam a ideia?

Temos tido umas fantásticas destas desde que ele nasceu e são sempre deliciosas.

No início do ano decidimos experimentar fazer umas de conhecimento ou seja, uma daquelas férias que implica andarmos de um lado para o outro a conhecermos os sítios.

Sim porque nós somos daqueles que acreditam que uma das melhores experiências que se pode proporcionar aos miúdos é viajar.

Adoramos ver os turistas pela cidade de Lisboa com 2 e 3 filhos, a desfrutarem de momentos únicos.

Que fofos.

Optámos por São Miguel por diversos motivos. Primeiro queríamos testar como seria a viagem de avião (foram espectaculares sem problema nenhum a não ser um pouco de impaciência na viagem de regresso), era um sítio que queríamos conhecer mas dentro do nosso país e caso existisse alguma situação mais complicada seria muito mais fácil resolver.

A Bárbara já tinha lá estado há um ano atrás e parecia-nos totalmente tranquilo e perfeito para a primeira experiência um pouco mais longe.

Já nos imaginávamos pelas ruas de Barcelona ou nos cafés de Paris com o nosso ‘anjo’.

Mas não. Não poderia ser assim tão fácil.

Não sei como raio os outros miúdos ficam tão sossegados ao pé dos pais, passeiam ao mesmo ritmo e nunca os vemos chorar (será do jet lag?).

Mas o nosso quer fazer as coisas todas ao ritmo dele o que implica correr por todo o lado e não sossegar um único minuto. Fazer birras porque quer alguma coisa que viu ou porque está simplesmente cansado de estar ali.

Agora que já acabaram, passamos momentos muito bons mas não foi nada fácil.

Não foi nada a ideia romântica que tinha do que seria viajar com um filho. Foi desafiante desde o momento em que acordava até ir dormir ao final do dia.

No primeiro dia eram 3h da manhã e estava o Zé na recepção a ver se lhe arranjavam um copo de leite.

Não adorei. Não fiquei fã e não quero fazer nada deste género nos próximos meses. É importante para ele? Sim, é. Mas acho que não se perde nada se for a partir dos 4/5 anos (ou até dos 15 anos). Até lá vamos optar pelas nossas férias de não fazer nada.

Foi cansativo. Foi desgastante. Por isso desculpem-me as babybloggers que enchem o instagram com fotos maravilhosas de férias com miúdos, eu também tenho algumas dessas mas isso não quer dizer que tenham sido 24 h fantásticas e que viajar com miúdos não é um verdadeiro desafio.

Por isso, mamãs e papás, não fiquem tristes quando acharem que só o vosso bebé é que chora e que pais horríveis devem ser quando já estão a contar os dias para voltarem para casa. #estamosjuntos

 

Não digam a ninguém

Com a entrada na creche começou a saga das viroses lá em casa.

Vai uma semana, fica uma semana em casa. Por isso esqueçam toda e qualquer rotina, aquilo lá em casa anda um caos.

A última semana ficou em casa com a avó. Apesar da tosse, no fim-de-semana já se sentia muito melhor. Muito melhor significa: levantar-se pouco depois das 8h e não parar um segundo.

Sim, é óptimo crianças activas.

Sim, é sinal que já está melhor.

Sim, é capaz de nos levar à loucura.

Por isso quando chegou ontem o final do dia, eu só pensei: Amanhã é dia de trabalho!

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Adóu Coes

Demorei um bocado a perceber o que queria dizer: Adóu Coes, nessa língua fantástica que é o Sebastianês.

Agarrava-se à almofada do nosso quarto a dizer com muito entusiasmo: Adóu Coes! Adóu Coes!

Até que finalmente percebi: Adoro Cores! Agora sempre que passamos por alguma coisa mais colorida ele desata a gritar o seu ‘Adóu Coes’ e a tentar abraçar os objectos.

Eu adoro muita coisa, começando por ele, mas nunca imaginei sentir tamanha alegria com cores. Não é fantástico o modo como as crianças olham para as coisas?

Que pena que nós adultos deixámos de nos encantar com a visão de um amarelo ou de um verde. Em algum momento no crescimento deixámos, simplesmente, de nos encantar com as coisas mais simples.

As crianças trazem-nos a lembrança constante que são realmente as coisas mais pequenas as mais espectaculares.

Acompanhar o crescimento de uma criança é o nosso Adóu Coes! Não adoramos as pequenas coisas da evolução deles? O primeiro passo, a primeira palavra. Afinal, é só andar, é só falar. Mas, é tão mais que isso, não é papás?

Vamos fazer um esforço para nos encantarmos com o que nos rodeia. O que seria a vida sem esta magia?

Smothie para a menina, para o menino e para o bebé!

Cá em casa andamos constantemente na luta por uma alimentação mais saudável. 

E se às vezes não resistimos a comida processada, na maioria das vezes somos bons meninos! 🙂

Agora andamos encantados com os smothies. Se bem que eu aldrabo um bocadinho a coisa! Eheheh

  

Então cá em casa eu junto 2 a 3 peças de fruta e um iogurte natural (dos normais ou grego) e no robot de cozinha processo tudo durante 1 minuto na velocidade 9, no final acrescento uma colherzinha de sementes de chia! Julgo que numa misturadora ou até mesmo com uma varinha mágica se consiga um bom resultado. 

Para pequeno-almoço ou lanche está a funcionar! É saboroso e sacia. 

E melhor ainda, já consegui converter o pequeno a esta maravilha também! 🙂 

Aviso à navegação!

Este post é um aviso aos recém-papás  que acham que é muito difícil vestir os bebés de tão tenra idade! E é! 

Mas esperem até eles terem dois anos!

E espernearem, e tirarem as calças que vocês acabaram de vestir, e dizerem que não, que aquela camisola não. E que não são aquelas botas, são as sapatilhas brancas mesmo que chova a potes! E esperem até eles terem a destreza de vos fugir de cima da cama com as calças nos tornozelos mais rápido que uma faísca, e que chorem com um ” não está bem!” porque sabem que vocês vão tirar tudo outra vez porque caramba algo não está bem!

E esperem até terem que correr atrás deles só para lhes lavarem a cara e desistirem de os pentearem dos dois lado! 

Depois venham-me cá dizer que é difícil vestir bebés! Chego a transpirar!!!