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Smothie para a menina, para o menino e para o bebé!

Cá em casa andamos constantemente na luta por uma alimentação mais saudável. 

E se às vezes não resistimos a comida processada, na maioria das vezes somos bons meninos! 🙂

Agora andamos encantados com os smothies. Se bem que eu aldrabo um bocadinho a coisa! Eheheh

  

Então cá em casa eu junto 2 a 3 peças de fruta e um iogurte natural (dos normais ou grego) e no robot de cozinha processo tudo durante 1 minuto na velocidade 9, no final acrescento uma colherzinha de sementes de chia! Julgo que numa misturadora ou até mesmo com uma varinha mágica se consiga um bom resultado. 

Para pequeno-almoço ou lanche está a funcionar! É saboroso e sacia. 

E melhor ainda, já consegui converter o pequeno a esta maravilha também! 🙂 

Adoçar sem açúcar

Os nossos bebés já nascem a saber distinguir o doce e o amargo, com clara preferência pelo doce, algo perfeitamente natural tendo em conta que o leite materno é bem docinho. 🙂

E aqui está a principal diferença que vos quero falar hoje – uma coisa é o leite (seja o materno ou o de vaca) ser naturalmente doce, outra coisa é adicionarmos açúcar a tudo o que ingerimos!

Assim sendo, a melhor forma de adoçar a boca dos nossos bebés é usando alimentos naturalmente doces mas muito saudáveis.
Sabem do que estou a falar, certo?
Isso mesmo: FRUTA!!!
Adicionar fruta aos iogurtes naturais, às papas caseiras, às saladas e até às sopas, é a melhor forma de adoçar a alimentação diária do seu bebé.

Após os 12 meses (dependendo da opinião médica poderá ser mais tarde), MEL, CANELA e farinha de ALFARROBA também podem ser usados para dar sabor a diversas refeições, sem usar açúcar.

Para os dias especiais em que há bolos e outras doçarias, a STEVIA pode ser usada como substituto do açúcar.
A stevia é uma planta com um sabor muito doce que pode ser usada fresca ou seca e já se encontra facilmente à venda nos hipermercados.

Atenção que os adoçantes/edulcorantes não são aconselhados para crianças!

Deixo uma sugestão para um lanchinho dos mais pequenos, e graúdos também, que eu faço sempre a mais para lanchar com a filhota 😉

– 1 iogurte natural ou de aromas
– 2 colheres de sopa de flocos de aveia
– 1 banana esmagada ou partida aos bocados
– 1 colher de sobremesa de sementes de chia

Misturar tudo e saborear 🙂

 

Sandra Almeida é nutricionista, mãe da pequena Francisca e autora do blog Nutrir Sentimentos. Colabora com o Sweet Caos a cada dia 10.

Ilustração: My Simple Life

Tem questões que gostava de ver respondidas por uma nutricionista? Envie um email para sweetcaos2@gmail.com

Bolo de Legumes!

Antes de começarem a fazer cara feia após lerem o titulo deste post pensem naquele bolinho fantástico de cenoura que todos nós já comemos.
Agora que já tiraram essa cara feia (espero!) vamos ao que interessa! 🙂

O meu miúdo está com quase dois anos e já sabe bem distinguir um bolo de uma bolacha ou de um pão. Portanto a parte de o enganar com uma bolachinha enquanto os adultos comem bolo, acabou!

Por isso mesmo decidi por em prática o hábito de ter bolos do mais saudável possivel, ou seja, que por um lado saibam bem e por outro não façam tão mal!

Há vários motivos para ter escolhido os bolos de legumes:
1º-  o facto de levarem legumes! (Esta era óbvia!)
2º- o facto de não levarem leite! (Já aqui disse mais que uma vez que o miúdo é alérgico à proteína do leite de vaca!)
3º- o facto de no meu ponto de vista serem mais saudáveis que os outros bolos.
4º- ficam giros, cheios de cor e sem usarmos corantes!

  

Já experimentei de agriões, de abóbora e de espinafres. Garanto-vos que o de agriões é divinal!

E depois se tiverem visitas podem sempre por uma cobertura e ficam com um bolo digno de doçaria.

Este fim-de-semana por exemplo fiz bolo de espinafres com cobertura de chocolate.

    

Sendo que para fazer a cobertura usei apenas metade de uma tablete de chocolate de culinária e 80gr de natas de soja. Ah, também já não uso óleo, substituo-o por courgette!

Vá não voltem a por essa cara, fica a saber a bolo igual! ehehehhe

Digam lá que não tem bom aspecto!!! 

Deixo-vos aqui uma receita que podem usar para fazer bolo de agriões. Experimentem!
Fica em versão bimby mas é fácil adaptar à versão manual 🙂

  • 4  ovos
  • 1 pitada de sal
  • 200 g açúcar
  • 50 g agriões
  • 100 g corgette ou óleo 
  • 100 g água morna
  • Raspa de 1 limão
  • 200 g farinha
  • 1 colher de sopa de Fermento em pó para bolos

Coloque no Tampa fechada a “borboleta”, as claras, o sal e programe 4 min/ vel 3 1/2. Retire para uma taça e reserve.

Aqueça o forno a 180º C. (Eu não usei o forno! Já falamos sobre isso!)

Sem a “borboleta”, deite no Tampa fechada o açucar, os agriões, o óleo e as gemas e programe 10 seg/vel 6, com a ajuda da espátula baixe o que ficou nas paredes do copo.
Adicione a água, a raspa de limão e programe 1 m/vel 9. Com a ajuda da espátula baixe o que ficou nas paredes do copo.
Incorpore a farinha, o fermento e programe 15 seg/vel 3.
Retire e envolva delicadamente com as claras reservadas utilizando uma vara de arames.
Deite numa forma untada e polvilhada.

Leve ao forno cerca de 25/30 m.
Eu optei por cozer na varoma. Usei uma forma de alumínio tapada com película aderente! Sem furinhos nenhuns!
Coloquei dentro da varoma e pus a tampa.

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1,5L de água no copo, temperatura varoma, 60 minutos, velocidade 1. Atenção que a minha versão é a TM5!
Se acharem que precisa de cozer mais aumentem o tempo.

Preparação da Cobertura de chocolate para dias de festa!

* 100g de chocolate de culinária
* 80g de natas de soja

Bimby: usei a cobertura de chocolate do livro base.
Versão manual: derreta o chocolate partido em pedaços no micro-ondas (cerca de 2/3 m, potência 900).
Retire, mexa muito bem e vá juntando natas até obter a consistência pretendida.

Se quiserem experimentar o bolo de abóbora, peguem na receita tradicional de um bolo de cenoura e pimba, alterem o legume 🙂

Vá , deixem-se dos bolos mármores e de chocolate a toda a hora 😛

Beijinhos

Gelado!

Quem resiste a gelado?

Acho que nunca conheci ninguém que não gostasse. As crianças ficam completamente deliciadas.Aqui fica um truque para miúdos e graúdos. Gelados deliciosos e saudáveis. É tão simples e tão bom. Ideal para estes dias de calor.

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Ingredientes: Fruta a gosto e bananas.

Sim, é mesmo só isto! Basta congelar a fruta com a qual queremos fazer o gelado. No exemplo utilizei 500g de morangos e 2 bananas médias. Congelei os morangos, o ideal será de um dia para o outro. Coloquei no robot de cozinha. Numa velocidade alta para triturar. O primeiro resultado é quase como um ‘pó’ de gelo de morango. Com a espátula põe-se para baixo e acrescenta-se as bananas e volta-se a triturar. O truque é acrescentar as bananas, elas dão aquela consistência cremosa que todos adoram nos gelados. Mistura-se a uma velocidade mais baixa até ficar com a consistência pretendida e voilá!

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Depois é só inventar e misturar os sabores que mais gostam.

Simples, sem açúcar, sem leite, completamente baby friendly.

Nota: As frutas utilizadas deverão ser as já experimentadas e consumidas pelos bebés. Atenção às alergias alimentares.

 

Pão vs Bolachas

Já há muito tempo que disse que gostava de abolir muita coisa industrializada cá em casa de forma a que a comida fosse mais saudável e que o miúdo pudesse comer à vontade.

Na lista, entre outros, tenho: iogurtes, pão, bolachas, biscoitos…

No entanto nem sempre a força de vontade é o suficiente para vencer e mesmo tentando reproduzir as receitas da Sandra, as bolachinhas foram quase sempre uma desgraça!!!
Se numas me esqueci de tirar os caroços das tâmaras (!!! onde é que tinha a cabeça?!!) e parecia que estávamos a comer bolachas com dentes, noutras o forno deu aquele toque final e acabei por desistir.

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As únicas em que posso confiar são as bolachas simples de aveia!

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Mas nem tudo está perdido e nos iogurtes naturais os testes estão a correr bem, testes porque o objetivo é que sejam feitos com leites vegetais e isso já não é tão “certinho, direitinho”.

Valha-me o esforço no pão que tem ficado sempre delicioso!
Sigo receitas simples de se fazer num robot de cozinha e coloco sempre um recipiente com água no forno enquanto cozo o pão. O resultado tem sido impecável!

Espero em breve poder anunciar que consegui fazer bolachas! 😛

Sopas!

Sempre ouvimos dizer que as sopas são muito importantes na nossa alimentação e que uma boa sopa como base numa refeição é meio caminho andado para estarmos bem alimentados.

No que toca aos bebés começam cedo no mundo das sopas, sendo muitas vezes o primeiro contacto com a chamada “comida sólida”.

No nosso caso o miúdo começou a comer sopa aos quatro meses e meio, apenas com legumes e mais tarde aos seis meses acrescentamos as carnes brancas, aos oito meses as vermelhas (excepto o porco), até que aos nove meses introduzimos o ovo (só o amarelo) e o peixe mas apenas a pescada, o tamboril e a abrótea.

A organização mundial de saúde defende e recomenda o aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses, mas como desde o 1º mês do meu filho a amamentação foi acompanhada de suplemento de leite artificial optei por iniciar a comida sólida mais cedo. O pediatra alertou-me que era menos um biberão mas também era menos uma mamada. Eu entendi, mas decidi aquilo que me parecia melhor com a concordância do nosso pediatra.

Uma das coisas que repito a toda a gente é que devem confiar no pediatra que escolhem para o vosso filho e quando não concordarem com as indicações dele, devem discutir e avaliar com o médico as vossas opiniões.  Não acho benéfico guiarmos-nos por mais que uma bitola, ou seja, o pediatra dizer que devemos fazer de uma forma e depois as amigas dizem que devemos fazer d’outra e nós mudamos a indicações só porque sim. No meu entender, devemos na próxima oportunidade expor as sugestões que nos deram e achamos válidas e ouvir o parecer do nosso médico.

Por isso segui sempre à riscas as indicações alimentares (e não só) do nosso pediatra. E até ver estamos satisfeitos.

Começamos então aos quatro meses e meio com as sopas de legumes, tendo como base batata+cenoura+abóbora. Ainda hoje a base é esta e já lá vão uns valentes meses.

Há quem diga que não se deve juntar cenoura e abóbora mas como já mencionei, eu confio nas indicações do nosso pediatra.

Tendo a base, a cada 3 dias acrescentávamos um legume novo, nunca passando os 5 legumes por sopa. A sopa deve ser sempre sem sal e na altura de servir acrescentar um fio de azeite cru.
Nesta fase estavam proibidos os espinafres e as leguminosas. Os espinafres só foram liberados após os 9 meses e as leguminosas após os 12 meses.

A refeição da sopa foi sempre acompanhada de uma peça de fruta ralada, inicialmente a maçã, a pêra ou a banana. E isso também se mantém até hoje, sendo que agora com 15 meses já pode comer qualquer fruta e foi aos seis meses que a papaia e a manga passaram a fazer parte do cardápio.

Tudo isto parece rigoroso e aborrecido mas na verdade não é! Tem muito mais gosto comer sopas em bebé do que em adulto. Em adultos não temos por hábito comer sopas com carne ou peixe e por muito que se invente não saímos das sopas ou cremes de legumes, com uma ou outra variação.

Nos bebés as misturas tornam-se muito mais interessantes.
Esta semana, por exemplo, a sopa do miúdo já foi de cabrito e agriões e agora é de coelho e alface.
Às vezes calha tamboril + alho-francês (esta é óptima!),  perú + couve-flor (muito cremosa) ou frango + brócolos! Tendo sempre a base já referida acima.
Acho que também me posso esticar nos mixs porque aqui o pequeno tem a chamada “boa-boca”, marcha tudo!

Regra geral faço a sopa para 3 dias e o que der a mais congelo para aquelas ocasiões em que por algum motivo não tenho sopa fresca ou para levar para casa das avós. Assim garantimos que se nos apetecer jantar ou almoçar sem pré-aviso temos sempre sopa para o pequenino, que como disse logo no inicio deste texto é meio caminho andado para uma boa refeição. No caso dos miúdos é quase o caminho todo.  Sopa e fruta e está feito. Se a seguir comer comida da nossa, já é um bónus dos bons! E a nós sai-nos muitas vezes o bónus!

Para evitar que a sopa se estrague, após arrefecer coloco logo em embalagens individuais, evitando assim mexer na sopa cada vez que o miúdo vai comer.

É só pegar e aquecer a sopa daquela refeição.

No caso das congeladas, descongelo no microondas e depois gosto de aquecer no fogão até ferver. Mas julgo que não é necessário.

Bom apetite! 😉

Bolachas de Aveia rápidas

As bolachas em forma de estrela foram sujeitas à aprovação da família. Isto quer dizer que a minha irmã fez uma razia ao frasco.

Como deixei de comprar e optei por fazer em casa, ficámos sem este snack saudável.

Como tinha pouco tempo, pesquisei algumas receitas na net e adaptei ao que tinha em casa.

Ingredientes

Meia maçã 

Meia banana

175g de aveia

70g de farinha integral

75mm de azeite

Confecção

Pré-aquecer o forno a 180 graus. Ralar a maçã juntamente com a banana. Eu utilizei a varinha mágica. Juntar numa taça todos os ingredientes. Envolver bem. Fazer pequenas bolas com a massa. Quanto maior a bolinha maior a bolacha. Colocar as bolinhas num tabuleiro forrado e espalmar. Vai ao forno durante 10 a 15m.

   
  

Óptimas para bebés (e adultos), super rápidas de fazer.

  

Gelado caseiro

O meu miúdo é alérgico a uma das proteínas do leite de vaca, a caseína.

  Foto de quando ele era pequenino e descobrimos a alergia.

 

Assim sendo, embora ele tenha alguma tolerância, o que lhe permite comer algumas coisas com leite, há muita coisa que ele não pode comer. Nesse lote de coisas englobam-se os gelados!

Já experimentamos e a reacção alérgica surgiu logo após as primeiras provas que não passaram de lhe por um bocadinho de gelado nos lábios.

Por isso com a chegada do calor, já que toda a gente gosta de um bom geladinho, está na hora de começar a pesquisar por gelados caseiros, simples e saborosos, recomendados a gente pequenina.

Alguém partilha links e ideias? 🙂

Obrigada!

PS: não se preocupem se as receitas originais levarem natas, já me muni de natas de soja para sobremesas e de natas de arroz 😉

Brilha, brilha lá no céu

Este fim-de-semana decidi tentar uma coisa diferente: bolachas saudáveis para bebé.

Este tipo de coisas ‘à mãe’, são um bocado estranhas para mim mas ao mesmo tempo dão-me imenso prazer fazer.

No primeiro aniversário do S., fiz umas bolachas de laranja, com o formato do Mickey e da Minnie, como recordação para os convidados.

Apesar de terem ficado muito saborosas, a receita continha açúcar e manteiga.

Gostava de fazer umas bolachas que o S. pudesse comer de vez em quando e que fossem mais saudáveis.

Descobri uma receita óptima no blog Na Cadeira da Papa.

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Ainda não tinha feito nenhuma receita de lá, mas depois desta sugestão vou com toda a certeza experimentar mais. Tem lá um Applecrumble que deve ser óptimo para miúdos e graúdos.

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A receita é esta e as bolachas são a partir dos 6 meses.

Como podem ver, não tem açúcar e os ingredientes são todos equilibrados.

Provavelmente, se forem como eu, não tinham a maior parte destes ingredientes em casa. Isso não é desculpa. Perde-se tanto tempo a passar no supermercado para comprar bolachas Maria ou ‘aquelas dos animais’ como o que é necessário para fazer estas bolachinhas.

Trabalho deu o que qualquer coisa dá. Verdade que tenho uma ‘Bimba’ lá em casa que dá uma ajuda nestas coisas mas as receitas Na Cadeira da Papa têm as duas versões.

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Completamente aprovadas e testadas pelo S.

Papa Bebé

Como já vos contei num post anterior, tentamos ao máximo manter uma alimentação equilibrada lá em casa que convive perfeitamente com a experimentação!

Experimentar e arriscar novos sabores sejam doces, salgados ou condimentados.

Experimentação não é introdução! Ou seja, experimentar um gelado não é a mesma coisa que comer gelados.

Sempre a tentar melhorar decidimos fazer mais uma pequena modificação na alimentação do S.

Lá em casa a marca eleita primeiro de leite artificial e posteriormente de papas é a Nutribén.

Com os 12 meses, deixámos de dar as papas (que são à base de farinhas) e introduzimos os flocos.

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Estes flocos de pequeno-almoço são apenas vendidos em farmácias e parafarmácias e apesar de terem muito menos quantidade de açúcar que os comercializados nos supermercados, logicamente, que contém os pós de perlimpimpim que excedem as necessidades diárias.

Decidimos então experimentar os flocos de aveia.

Uma versão diferente das tradicionais papas de aveia, sem açúcar e sem ir ao lume.

Depois de ler alguns blogues e sites, misturámos receitas e conseguimos uma solução adaptada às nossas necessidades e super saborosa, com uma grande vantagem: podemos ter um sabor diferente todos os dias.

Completamente testada pelos pais e aprovada pelo S. (como podem ver na foto, não sobrou nada), deixo-vos aqui a receita para quem queira experimentar.

Papas de Aveia do S. (a partir dos 12 meses)

Ingredientes

3 Colheres de Sopa de Flocos de Aveia Fina

Água Q.B. (pode optar também por leite)

1 peça de fruta à escolha

Preparação

Na noite anterior, deixar no frigorífico, dentro de uma taça os flocos de aveia cobertos de água.

De manhã, acrescentar à aveia demolhada a fruta pretendida cortada aos pedaços. Na nossa primeira experiência, utilizámos uma pêra rocha.

Aplicar a varinha mágica até desfazer completamente a fruta.

Colocar num recipiente próprio de microondas durante 2 minutos.

Retirar e misturar a papa.

Está pronta.

 

Quando mais quantidade de água levar mais liquida fica a papa. As três colheres de sopa de aveia são a quantidade ideal para o S. para outra criança poderá ser diferente. Atenção à temperatura da papa. Quando sai do microondas não está pronta para consumir, tem de se deixar arrefecer um pouco.

 

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UPDATE

Experimentámos a papa com uma banana inteira e não resultou tão bem. Como é uma fruta mais ‘seca’ a papa ficou mais grossa. Menos tempo no microondas ou apenas metade de uma banana deverá ser suficiente.